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  Saúde

Programa Estadual de Transplantes comemora 10 anos e amplia serviços
Programa já realizou mais de 19 mil transplantes

Jaqueline Gomes – com informações do governo do Estado

 

Mais de 19 mil pessoas ganharam vida nova por conta do Programa Estadual de Transplantes do Rio de Janeiro (PET-RJ). Este é o número de transplantes de órgãos e tecidos realizados pelo PET em 10 anos de funcionamento. O programa também acumula recordes. O mais recente foi registrado entre janeiro e março deste ano: foi o melhor primeiro trimestre da história do programa, com 254 transplantes de órgãos sólidos. A marca supera em quase 54% o mesmo período do ano passado.

Petrópolis também tem participação nesta comemoração. O Hospital Santa Teresa abriga uma equipe da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT), que tem a função de conversar com a família do paciente que faleceu e que possui órgãos e tecidos doáveis, para explicar o que é a doação de órgãos e tecidos e como funciona todo esse processo. Se a família optar pela doação, vem uma equipe do Rio de Janeiro para fazer a captação do órgão. Esse ano, de janeiro a agosto, foram captados quatro órgãos no município, a mesma quantidade registrada no mesmo período de 2019.

O coordenador do PET-RJ, Sidney Pacheco, diz que, além da atuação de todos os profissionais, é fundamental para o sucesso do programa a ação das Comissões Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTTs) nas unidades hospitalares.
- O PET vem crescendo de maneira substancial nos últimos anos, e isso é resultado do excelente trabalho das equipes. Para manter esses bons resultados, atualmente estamos investindo na criação de mais 16 Comissões exclusivas - ressalta o coordenador.

Pacheco explica a diferença que faz ter CIHDOTTs exclusivas nas unidades:

- Esses profissionais, além de serem responsáveis pela cobertura ampla dos potenciais doadores das unidades hospitalares, são constantemente capacitados para acolher as famílias com um atendimento humanizado, tornando o processo da doação de órgãos mais confiável e transparente.
As Comissões Intra-hospitalares são formadas por equipes multiprofissionais da área de saúde, que têm a finalidade de organizar, nas unidades hospitalares, rotinas e protocolos que possibilitem o processo de doação de órgãos e tecidos para transplantes.

Em todo o Estado, no ano passado, o programa recebia, em média, 5,1 doações de órgãos por milhão de habitantes. No primeiro trimestre de 2020, a média subiu para 22, e o Estado do Rio ficou em 5° lugar nessa categoria em âmbito nacional. Quando o programa foi criado, em 2010, o estado ocupava uma das últimas posições no ranking nacional de doadores de órgãos. No primeiro trimestre, alcançou o terceiro lugar, atrás apenas de São Paulo e Paraná.



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