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  Polícia

Revoltado por ter que esperar atendimento, homem depreda UPA e acaba preso  

Um homem de 42 anos foi preso pela Polícia Militar, autuado em flagrante pelo crime de dano ao patrimônio público, depois de iniciar uma depredação na Unidade de Pronto Atendimento – UPA do Centro, na Rua Washington Luiz. Ele ainda reagiu a ação da polícia e tentou tomar a arma de um dos policiais que atendiam a ocorrência.

Uma mulher de 20 anos, que gravou toda a ação da polícia, foi arrolada como testemunha e precisou ser levada para a 105ª DP, no Retiro, para prestar depoimento e deixar as imagens registradas pelo telefone celular. O fato ocorreu por volta das 10h20 da manhã de segunda-feira (09), quando o autor havia chegado ao local em busca de atendimento médico.

A Polícia Militar foi acionada por funcionários, contando que o homem estava na unidade de saúde apresentando “conduta inconveniente”, aos gritos e utilizando um extintor de incêndio para quebrar o mobiliário do espaço. Ele danificou, inclusive, uma cadeira de rodas e uma luminária.

Com a chegada dos militares, os funcionários relataram que o indivíduo havia se alterado porque queria atendimento imediato, ignorando outros pacientes que estavam no local a espera da consulta médica. Transtornado, o mesmo teria começado a depredar as instalações da unidade. Os policiais tentaram acalmá-lo e chegaram a pedir para se sentar, porém, teria ficado ainda mais agressivo.

Na ocasião, o homem ainda teria tentado puxar o fuzil das mãos de um cabo da PM e precisou ser imobilizado. Antes de ser levado para a delegacia do Retiro, o indivíduo recebeu atendimento médico e permaneceu preso por crime contra o patrimônio.

De acordo com informações da 105ª DP, o sujeito foi preso pelo crime de dano ao patrimônio, sendo estabelecida fiança no valor de R$ 1.000. No entanto, o acusado não pagou a mesmo, permanecendo detido na unidade.

Questionada sobre a ocorrência, a Prefeitura respondeu que a UPA Centro operava com equipe completa na última segunda-feira (09) – 4 médicos clínicos, 3 pediatras, 1 médico para o encaminhamento dos pacientes internados, um cirurgião para pequenos procedimentos e avaliações cirúrgicas, 4 enfermeiros plantonistas e 10 técnicos de enfermagem.

Segundo informações do governo, o paciente deu entrada às 9h35, foi atendido com classificação azul, ou seja, não se tratava de caso de urgência ou emergência. Após 10 minutos de espera por atendimento, o paciente apresentou uma crise nervosa, causando danos à estrutura da unidade de urgência e emergência. Funcionários tentaram intervir, sem sucesso, e a polícia foi acionada. Antes da chegada das autoridades, o paciente danificou uma cadeira de rodas, uma luminária e um extintor de incêndio. O paciente foi controlado pelos agentes da polícia militar e conduzido à 105ª DP onde a ocorrência foi registrada.

Vale ressaltar que as UPAs realizam atendimento conforme classificação de risco, determinada pelo Ministério da Saúde, sendo dada a prioridade para os pacientes de urgência e emergência, que são os classificados como vermelhos e amarelos. E posteriormente pacientes classificados como verde e azul, que são os de quadro clínico cujas patologias não apresentam risco.



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