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  Geral

Rodoviários deixam garagem da Cidade Real, mas mantêm paralisação

 

Motoristas e cobradores da Viação Cidade Real decidiram ignorar a liminar da justiça que obriga o retorno das atividades e deixaram, na tarde desta terça-feira (12), a porta da garagem da empresa, no Independência. Sem um acordo, os profissionais foram pra casa, mantendo a paralisação iniciada na manhã de hoje. Com a greve, cerca de 30 linhas estão sem operar desde às 04h, deixando moradores do Bingen, Mosela e Caxambu sem ônibus.

Entre as principais reivindicações dos trabalhadores está o fim da dupla função e a reintegração de funcionários que estão afastados das atividades. No início da tarde, a Cidade Real conseguiu na justiça uma liminar que permite o auxílio de força policial para que os ônibus voltem a operar, com multa de R$ 100 mil pelo descumprimento da decisão. Entretanto, os trabalhadores mantiveram a greve.

Segundo a empresa, o movimento parece ter motivação política, "já que todos os colaboradores da empresa estão com salários e benefícios em dia". Ainda de acordo com a Cidade Real, a crise que afeta o Sistema de Transporte fez com que as empresas de ônibus, assim como qualquer outra empresa do Brasil, aderissem à Lei Federal que permitia redução de carga horária e suspensão de contratos de trabalho com parte dos valores pagos pelo governo.

Já o sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Petrópolis disse, em nota, que recebeu em sua sede cerca de 50 trabalhadores que fazem parte do corpo de profissionais da Viação Cidade Real, buscando apoio diante do descumprimento, por parte da empresa, no processo de reintegração de aproximadamente 80 trabalhadores, sendo cerca de 25 motoristas e 65 cobradores, que deveriam ter retornado as atividades no último dia 04 de janeiro, visto acordo assinado em agosto de 2020.

Com isso, o Sindicato solicitou uma reunião junto a Companhia Petropolitana de Transportes (CPTrans). Na ocasião ficou acordado verbalmente que os trabalhadores fariam uma votação simples diante da proposta apresentada pela empresa, ou seja, manutenção de férias e parcelamento do pagamento das mesmas, em duas parcelas, o que não foi aceito pelos trabalhadores que participaram do encontro.

Representantes do Governo Municipal também estiveram na garagem da empresa na busca de diálogo com representantes da empresa, do Sindicato dos Rodoviários e de manifestantes que paralisaram os serviços. No local, os representantes do Município conversaram com funcionários e constataram que não há impedimento para a saída dos veículos. A Prefeitura também ingressou na Justiça com medida cautelar buscando a retomada imediata dos serviços de transporte.

Foto: Wellington Daniel.



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