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Rodoviários fecham acordo e não haverá paralisação que estava marcada para hoje

Setranspetro informou que todos os vencimentos já acordados foram quitados

Wellington Daniel

O Sindicato dos Rodoviários fechou, na tarde de quarta-feira (13), um acordo com as empresas Petro Ita e Cascatinha. Com isso, não acontecerá a paralisação dos serviços hoje (15). Na terça-feira (12), os rodoviários que trabalham nestas empresas entraram em estado de greve, com reclamações de atrasos de salários e benefícios.

De acordo com o sindicato, serão pagos pelo acordo: folha do mês de abril, férias, ? das férias dos motoristas, parcelas devidas ao grupo de risco e cesta básica. Esta última será iniciada no próximo sábado, segundo os representantes dos rodoviários. Os depósitos já começaram na própria quarta-feira (13) e se encerram ontem (14).

Em nota, Petro Ita e Cascatinha informaram que todos os vencimentos já acordados estão quitados. As empresas continuam se esforçando ao máximo para buscar alternativas para garantir a operação e o pagamento dos colaboradores.

Histórico da crise

Em março, as empresas de ônibus, através do Setranspetro, anunciaram a possibilidade de 800 demissões, devido a queda de arrecadação e sem acordos. No dia 27 do mesmo mês, um acordo entre os sindicatos patronal e dos funcionários garantiu que as vagas continuassem preenchidas.

No entanto, no dia 5, funcionários da Petro Ita e Cascatinha bloquearam a saída da empresa por cerca de duas horas, a partir de 4h. As reivindicações eram referentes a salários atrasados. No dia, a diretoria conversou com os rodoviários e garantiu o retorno da operação, por volta de 5h40.

O ponto mais grave foi atingido na terça-feira (12), quando o Sindicato dos Rodoviários informou que os rodoviários da Petro Ita e Cascatinha estavam em estado de greve. Neste caso, havia uma mobilização para a paralisação total, que aconteceria a partir de hoje, se não tivesse sido firmado o acordo.

O Setranspetro lembrou ao Diário que todas as empresas de ônibus vivem uma crise sem precedentes, com queda superior a 70% na arrecadação. As viações também reclamam que não houve redução proporcional dos custos, o que resultou em um completo desequilíbrio econômico-financeiro.



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