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Seminário aborda a importância do esporte para os alunos especiais

Iniciativa é da Secretaria de Educação em parceria com o Comitê Paralimpico Brasileiro

Encontros terão continuidade até sexta-feira

 

Os projetos municipais que atuam diretamente com o público da educação especial, além dos desafios e conquistas dos esportes paraolímpico foram os temas abordados no primeiro dia do Seminário "Corpo e Movimento: Diálogos Intersetoriais" promovido nessa quarta-feira (13.03) pela Secretaria de Educação em parceria com o Comitê Paralímpico. A abertura, que ocorreu na Fiocruz, contou com a participação de 40 profissionais da rede municipal, entre professores de educação física e os que atuam nas salas de recursos multifuncionais. A programação terá continuidade até sexta-feira (15.03) com aulas teóricas e práticas de atletismo, bocha e goalball.

“A inclusão é um desafio e para dar certo precisa do suporte de todos os profissionais que atuam nos ambientes onde esses alunos estão inseridos e, na rede municipal, o trabalho desenvolvido com o público da educação especial é muito importante. Por isso agradeço o apoio do Comitê Paralímpico que fez questão de proporcionar esse momento de troca de conhecimento com os nossos professores da rede. Tenho certeza que todo o conhecimento adquirido no seminário será colocado em pratica, com sucesso, nos ambientes escolares”, afirmou a secretária de Educação, Marcia Palma.

A chefe do Departamento de Educação Especial, Bianca Paiva, falou sobre a importância das estratégias diferenciadas para o atendimento do público da educação especial. Atualmente, a rede conta com 1.394 alunos no sistema de inclusão.

“A universalização desse atendimento está prevista no Plano Nacional de Educação e o objetivo da Secretaria de Educação é o de buscar sempre intervenções estratégicas diferenciadas que possam atingir esse público e alcançar bons resultados. Temos no município projetos muito interessantes que fazem a diferença na vida desses alunos e no seminário nós tivemos a oportunidade de falar sobre esses projetos e conhecer um pouco mais sobre as atividades paralímpicas, seus desafios e conquistas”, contou Bianca.

A abertura do seminário contou com a participação de representantes das secretarias de Educação e Saúde e também da Coordenadoria de Esportes que falaram dos projetos realizados no âmbito municipal que envolvem o público da educação especial. Na ocasião, o diretor da EM Monsenhor João de Deus Rodrigues, Ney Marcos de Paula Júnior, explicou como funciona o ISE – Inclusão Social Esportiva – que atende 53 alunos de 11 escolas da rede nas aulas de natação especial.

“O projeto foi criado em 2017, sempre com o auxílio do Comitê Paralímpico e é um sucesso. Tem um caso de um aluno que não se comunicava com as pessoas e depois que começou a participar das aulas, essa realidade mudou, ou seja, a natação teve um reflexo positivo no ambiente escolar e nas relações sociais desse adolescente”, disse.

Outro assunto abordado foi o atendimento no Centro de Referência em Educação Inclusiva que oferece atividades extracurriculares para cerca de 300 alunos que se enquadram na modalidade de Atendimento Educação Especializado. “No CREI planejamos o atendimento desse aluno de acordo com as suas necessidades e todo o trabalho tem resultados positivos na vida desse aluno em família, na escola e na sua comunidade”, afirmou a orientadora do CREI, Renata Ghedon.

Clevia Sies da Coordenadoria de Esportes da Prefeitura também falou sobre as atividades realizadas em prol desse público. Desde 2017 a equipe do esporte vem promovendo a interação dos alunos e atividades especificas como a 1ª Copa Imperial de Futsal de Surdos, realizada no ano passado. “O sucesso foi tão grande que o evento terá continuidade nesse ano e já estamos pensando em incluir atividades diferenciadas para o público da educação especial no programa Agita Petrópolis”.

O evento também contou com a participação de Nancy Barilo, da Secretaria de Saúde que falou sobre o programa Saúde na Escola e com Alexsandro Alonso e Tatiane Jacusiel, representantes do Comitê Paralímpico Brasileiro. Tatiane conversou com os profissionais sobre a história do Movimento Paralímpico no Brasil.

“A ideia foi a de mostrar que o esporte adaptado é um desafio, as dificuldades são normais, mas, com conhecimento e interesse, todas as pessoas que decidem se dedicar a essa pratica acabam alcançando bons resultados. É mais fácil do que parece adaptar as aulas para atendimento desses alunos e o Comitê Paralímpico tem prazer em ajudar”, afirmou Tatiane.

A programação do seminário terá continuidade durante a semana no Cederj (Estr. Machado Fagundes, nº 326, Cascatinha). Nessas datas as aulas teóricas ocorrerão das 8h às 12h e das 13h às 17h as aulas serão praticas. Os professores serão divididos por turma: Atletismo, Bocha ou Goalball.



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