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  Empregos

Serviços garantem mais um mês positivo na geração de emprego

Em Petrópolis, houve a criação de 25 novos postos de trabalho em julho, seguindo tendência nacional

Philippe Fernandes

Com mais de 890 contratações em um mês, o segmento de serviços foi o principal responsável para que Petrópolis alcançasse o segundo mês seguido de saldo positivo na geração de empregos. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado ontem (23) pelo Ministério da Economia, o município gerou 1.846 empregos e, no mesmo período, fechou 1.821 postos de trabalho, resultando em 25 novas admissões.

Analisando especificamente a área de serviços, foram gerados 70 novos postos de trabalho, com 894 admissões e 824 demissões. Os subsetores que mais contribuíram para o bom desempenho foram o comércio e a administração de imóveis e valores mobiliários. Foram contratadas 367 pessoas e outras 279 demitidas, gerando 88 empregos e sinalizando para o aquecimento desta atividade econômica no município. Em seguida, veio o subsetor que engloba, entre outras funções, hoteis, bares e restaurantes: 293 pessoas contratadas e outras 257 demitidas no mesmo período, gerando saldo de 36 empregos a mais. Os outros segmentos, no entanto, não foram tão bem: serviços médicos, odontológicos e veterinários fecharam 24 postos de trabalho; o ensino, 19; transportes e comunicações, 10; e instituições de crédito, seguros e capitalizações, um.

Material de transporte salva índices da indústria

A indústria também teve um desempenho satisfatório: 309 pessoas foram admitidas, e outras 284, desligadas, gerando saldo de 25 empregos no sétimo mês do ano. O índice, no entanto, se deve exclusivamente à indústria do material de transporte, que teve desempenho espetacular em julho, com 111 contratações e apenas cinco demissões - saldo de 106 novos postos de trabalho. Além deste segmento, apenas outro teve desempenho positivo: material elétrico e de comunicações, com apenas um novo emprego no mês passado.

De resto, os índices da indústria não foram tão animadores assim: o setor de papel, papelão, editorial e gráfica fechou 19 postos de trabalho; a indústria têxtil, 14; borracha, fumo, couro, peles e similares, 12; mecânica, nove; produtos farmacêuticos, sete; metalúrgica e produtos minerais não metálicos, seis cada; produtos alimentícios, cinco; madeira e mobiliário, quatro.

A construção civil também teve saldo positivo no mês passado: foram 20 postos de trabalho a mais na cidade, sendo 118 admissões e 98 desligamentos.

Comércio segue demitindo

No entanto, se alguns segmentos da economia se recuperam da crise ou apresentam estabilidade, o comércio parece não sair da espiral de problemas que afeta a economia. Em julho, 523 pessoas foram contratadas, mas outras 602 foram demitidas de seus empregos. Das 79 vagas fechadas, 40 foram no setor varejista; e 39, no atacadista.

O fechamento de empregos não é exclusividade do comércio, mas, em outros ramos de atividade da economia, se deu em uma escala muito menor: serviços industriais de utilidade pública demitiram oito pessoas; agricultura, dois; e extrativa mineral, um.

Brasil

Os dados de Petrópolis seguem tendência nacional: pelo quarto mês consecutivo, houve geração de emprego formal no país. Em julho, foi registrada a abertura de 43.820 vagas de trabalho com carteira assinada, crescimento de 0,11% em relação ao estoque de junho. Dos oito setores econômicos, sete contrataram mais do que demitiram em julho. O saldo ficou positivo na construção civil (18.721), serviços ( 8.948), indústria de transformação (5.391), comércio (4.887), agropecuária (4.645), extrativa mineral (1.049) e serviços industriais de utilidade pública (494). Apenas administração pública descreveu saldo negativo (315).

Apesar do bom desempenho nacional, o Estado do Rio continua desempregando mais do que contratando: em julho, 102 mil pessoas perderam seus empregos, e outras 99 mil foram contratadas: saldo negativo de 2,8 mil postos de trabalho.



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