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  Geral

Setranspetro explica número permitido de passageiros

Com a flexibilização de abertura de parte do comércio, restaurantes e academias, surgiu também a preocupação com o transporte coletivo. De acordo com as recomendações sanitárias do Departamento de Vigilância em Saúde de Petrópolis, os ônibus no município podem ter 100% dos assentos ocupados, além de ser permitida a quantidade de dois passageiros em pé por cada metro quadrado, que é equivalente a 33% da capacidade de passageiros em pé.

O número de passageiros em pé, pode variar de acordo com o tamanho do veículo. Um micro-ônibus com três metros de comprimento pode ter seis passageiros em pé, enquanto o micromaster, com quatro metros, pode operar com oito pessoas em pé. O ônibus convencional, com 11 metros de comprimento, pode transitar com 12 passageiros em pé e o alongado, com 13 metros, pode operar com 16 clientes em pé.

Empresas de ônibus acumulam prejuízos em Petrópolis

O Setranspetro demonstra máxima preocupação com o cenário atual do transporte público coletivo em Petrópolis, que está transportando apenas 45% da demanda de passageiros e com custo operacional de 63%, fazendo com que as empresas suportem prejuízos milionários.

Sem previsão de retorno da demanda registrada anterior à crise, o Setranspetro entende que existe uma tendência irreversível de queda no número de passageiros do transporte e defende que é absolutamente necessária a discussão de políticas públicas para ajuda emergencial, e adoção de medidas permanentes, como por exemplo, isenção de tributos, subsídio para as gratuidades e integração, exclusividade para o pagamento da tarifa por meio eletrônico, criação de corredores exclusivos para a eficiência dos ônibus, criação do fundo municipal dos transportes e permanência de linhas compartilhadas.

Em Petrópolis, o déficit em transações entre os meses de março e junho deste ano, se comparado ao mesmo período de 2019, é equivalente a menos 1.417.000 transações na média mensal, o que representa prejuízo financeiro médio mensal de R$ 6.235.949,00, que no acumulado chega a quase R$ 25 milhões.

Mesmo em uma situação de desequilíbrio econômico e financeiro, as empresas de ônibus no município continuam atendendo toda a população. A operação segue com oferta superior à demanda, seguindo todos os decretos, regulamentações e recomendações municipais estabelecidas pelo Departamento de Vigilância em Saúde, reforçando a higienização e respeitando a ocupação máxima de cada veículo. Entretanto, não é mais possível adiar a discussão a respeito do transporte que, até o momento, conseguiu manter o emprego dos colaboradores.



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