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  Tecnologia

Startup de contratações petropolitana pretende expandir negócios

Empresa completa quatro anos em 2021 e pretende conectar propósitos

Wellington Daniel

 

Neste mês de maio, a startup petropolitana HumanAZ completa quatro anos no mercado. A empresa de contratações de profissionais de tecnologia é associada ao Polo Tecnológico da Região Serrana (Serratec) e pretende continuar atuando em empresas de todo o Brasil, além de expansão para os Estados Unidos e América Latina.

A empresa tem um foco em contratações de forma humanizada. A plataforma é totalmente gratuita e de fácil acesso. Os algoritmos leem os currículos e destinam os candidatos às melhores vagas, de acordo com seu perfil. Atualmente, atende a cerca de 100 empresas, não apenas exclusivas de tecnologia, mas que contratam estes profissionais.

De acordo com o fundador e CEO, Rodrigo Curcio, esta primeira etapa foi a jornada digital do produto. “Estudamos, ralamos muito e verificou no mercado a aderência do nosso produto, se ele é aquilo mesmo que acreditávamos que seria de resultados para as organizações, na facilidade e humanização que promovemos”, explicou.

“Agora, vamos para uma nova fase, onde vamos trazer tecnologia para dentro de casa. Sempre tivemos tecnologia externa, proporcionada por parceiros e que nos habilitaram a seguir esse caminho. Estamos atraindo um profissional de tecnologia, para ajudar a gente a criar esse caminho digital de forma escalável, para atender maiores demandas em conexão de propósitos em empresas no Brasil, Estados Unidos e América Latina, empregando maior assertividade”, disse.

A ideia de conectar propósitos, seja da empresa ou do trabalhador, também faz com que haja inclusão, segundo Curcio em uma matéria de fevereiro sobre a empresa. De acordo com o CEO, há uma parte humana do processo, que é entender se haverá o “match”, que é entender quem está conversando, de onde vem esta pessoa e qual o seu contexto. Além dos algoritmos, também há especialistas para avaliar os perfis.

“A inclusão está em perguntar o que a pessoa quer, para onde ela está direcionando o propósito dela, sem necessariamente olhar para a pessoa de forma estranha. É entender que a pessoa tem propósitos e competências como todos nós”, afirmou.



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