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  Passagem

Tarifas de ônibus das linhas  executivas também serão reajustadas

Reajustes variam entre 3,8% e 5%, dependendo da viação

João Vitor Brum, especial para o Diário

A partir da próxima terça-feira (13), os usuários do transporte público de Petrópolis pagam mais caro para andar de ônibus. O aumento, de R$0,20 (ou 4,7%), para as linhas convencionais, foi divulgado na última semana e publicado no Diário Oficial do município nesta semana. Hoje, o Diário divulga, com exclusividade, o reajuste para as linhas executivas, que varia entre 3,8% e 5%, de acordo com as respectivas empresas.

As linhas da Cidade Real e da Petro Ita, que custam, atualmente, R$ 5,00, não sofrerão alterações. A Turb possui cinco linhas, que saem do Centro em direção à Posse/Gaby, Rio Bonito, Itaipava, Águas Lindas e Araras. As cinco ficam R$ 0,30 mais caras, sendo um reajuste de 3,89% para as duas primeiras e 4,87% para as últimas.

O Setranspetro informa que a lei define que a tarifa do transporte seletivo seja 30% superior à do serviço convencional. Entretanto, cabe também às empresas realizar promoções diante de variáveis como demanda e distância.

Sindicato se posiciona quanto ao fim da dupla função

Na última quinta-feira (8), foi decidido, na Câmara Municipal, o fim da dupla função de motoristas de ônibus do município. Diante da notícia, o Setranspetro divulgou, em nota à imprensa,  sua preocupação com a questão do impacto deste custo na tarifa de ônibus. De acordo com os cálculos, seriam necessários R$ 0,20 a mais, elevando a tarifa de R$ 4,40 para R$ 4,60, uma vez que o resultado do preço da passagem é extraído do custo total do sistema dividido pelo número de passageiros.

O Sindicato informa que a decisão implica na contratação de pouco mais de 200 cobradores para as linhas que já circulam sem esta função e não geram qualquer impacto negativo para a operação, uma vez que aproximadamente 70% das transações do sistema acontecem por meio de cartões eletrônicos.

Além disso, haveria também, dificuldades e impactos para a reinstalação das cadeiras da função de cobrador nos ônibus, o que implicaria também em despesas e perda de lugares para os passageiros.



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