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  Justiça

TJ nega pedido do MPRJ de prisão preventiva dos vereadores de Petrópolis

Os desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negaram, na tarde de ontem (7), por sete votos a zero, o pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público Estadual do ex-presidente da Câmara Municipal de Petrópolis, Paulo Igor, e de outros quatro vereadores afastados: Ronaldo Luiz de Azevedo Carvalho, o Ronaldão; Luiz Antônio Pereira Aguiar, o Luizinho Sorriso; Reinaldo Meirelles de Sá; e Wanderley Taboada.

Os parlamentares foram denunciados na Operação “Sala Vip”, realizada em janeiro deste ano, quando Paulo Igor foi acusado por cooptá-los, com o pagamento de verba mensal, para obter maioria de votos na Câmara e manter-se no cargo de presidente da Casa.

De acordo com o advogado dos vereadores Luizinho Sorriso e Ronaldão, João Francisco Neto, o pedido do MP já havia sido indeferido em dezembro de 2018, mas, por decisão monocrática, ou seja, apenas uma desembargadora decidiu por não prendê-los. Em fevereiro deste ano, o Ministério entrou com o pedido novamente para que todos os desembargadores votassem, o que aconteceu na tarde de ontem.

- Os desembargadores consideraram descabido o pedido de prisão dos vereadores. Além disso, eu confio que serão reintegrados à Câmara, pois a denúncia contra eles sequer foi apreciada – afirmou João Francisco Neto.

Os vereadores continuam afastados de suas funções.

 



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