Edição anterior (1641):
quinta-feira, 09 de maio de 2019
Ed. 1641:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1641): quinta-feira, 09 de maio de 2019

Ed.1641:

Compartilhe:

Voltar:


  Diário Comunidades

Um ano depois, Parque da Ipiranga segue sem manutenção

Há avarias ao longo de toda a trilha, como buracos e falta de guarda-corpos

João Vitor Brum


 Com mais de 800 metros de extensão, a trilha circular localizada no Parque Natural Municipal de Petrópo
 lis – conhecido como Parque da Ipiranga – é um dos principais atrativos esportivos e ecológicos do Centro Histórico. Mesmo com sua importância, o caminho conta com problemas de manutenção que podem ser percebidos por visitantes há pelo menos um ano, como trechos da trilha sem guarda-corpo e buracos de grande proporção.

Em maio de 2018, o Diário produziu uma matéria elencando os principais problemas percebidos no local, que foi inaugurado em 2011 e possui 16,7 hectares com estágio avançado de Mata Atlântica.

Um ano depois, a equipe do jornal fez uma nova visita ao Parque e constatou que grande parte dos problemas citados não foram resolvidos, e, pelo contrário, aumentaram de proporção.

Logo no início da trilha, pode-se perceber que um dos bancos está coberto por lodo e com sua madeira aparentando estar podre, além de muita umidade, impossibilitando que os visitantes sentem no equipamento. O problema também é notado em outros bancos ao longo da trilha.

Ao chegar aos pontos mais altos, que contam com parte do piso de madeira, muitos buracos, madeiras soltas e empenadas também são percebidos ao longo do caminho, o que pode causar tropeços e quedas, principalmente quando se considera que grande parte do público do Parque é composto por crianças e idosos.

Além disso, como também destacado em 2018, muitos trechos estão sem guarda-corpo, que se encontram caídos em barrancos ou simplesmente foram retirados, sem que um novo fosse colocado. Em alguns pontos, há apenas fitas alertando para o perigo no local, mas nada que proteja os visitantes de uma possível queda. Já em outras áreas, simplesmente não há sinalização.

- Venho regularmente ao Parque e, por isso, já sei onde são os trechos mais problemáticos, o que facilita na caminhada, mas vejo muitas pessoas tropeçando ao passar por ali, principalmente idosos. Isso preocupa, principalmente, porque se alguém cair, nem sempre haverá algum visitante por perto para ajudar e os guardas ficam na entrada – disse um morador do Centro que pediu para não ser identificado.

Também podem ser vistos troncos de árvores caídos ao longo do trecho, em especial um que atravessa o caminho em uma parte da trilha, obrigando os visitantes a passarem por baixo do tronco, o que apresenta riscos.

Um dos problemas que mais chama atenção é um grande buraco localizado em um trecho que passa pela trilha e dá acesso a um caminho alternativo dentro da mesma. Para contornar o buraco, que ocupa metade da trilha e está com pedaços de mato, madeira e fitas em seu interior, os visitantes precisam passar por um barranco. Ao todo, há mais de 15 tábuas faltando ou com avarias apenas neste trecho, que não chega a dois metros de extensão.

A Prefeitura foi questionada, mas não respondeu até o fechamento desta edição.



Edição anterior (1641):
quinta-feira, 09 de maio de 2019
Ed. 1641:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1641): quinta-feira, 09 de maio de 2019

Ed.1641:

Compartilhe:

Voltar:








Rua Joaquim Moreira, 106
Centro – Petrópolis – RJ
Cep: 25600-000

ABRAJORI – Associação Brasileira dos Jornais do Interior