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  Polícia

Uma pessoa é vítima de estelionato por dia em Petrópolis

Dados do Instituto de Segurança Pública mostram explosão dos casos de golpe na cidade

Philippe Fernandes

O número de "golpes na praça", como é popularmente conhecido o crime de estelionato, explodiu no último ano. De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), foram 472 ocorrências registradas nas duas delegacias policiais de Petrópolis, resultando em uma média de um caso que chega aos distritos policiais por dia. Em 2018, houve um crescimento de 32%, na comparação com 2017.

O número também é o maior dos últimos cinco anos: em 2014, foram 289 casos; em 2015, 379; e em 2016, 414. Em cinco anos, o número de casos teve um acréscimo de 63%.

De acordo com as informações do ISP, a divisão por gênero é homogênea: 237 vítimas foram mulheres; e 235, homens. A maior parte dos casos aconteceu com pessoas brancas (345, o que representa 73% dos casos) e pardas (74, totalizando 15,68%). Outras 36 vítimas são da cor preta (7%); e não houve informação sobre 17 casos.

Sem relação entre autor e vítima

Em praticamente metade dos casos (233, somando 49,36%), não há relação entre o autor do crime e a vítima. Em outras 189 ocorrências (40,04%), não há essa informação disponível. Em sete casos (1,48%), a relação era no trabalho; e em três, o autor era amigo, vizinho ou conhecido da vítima.Houve dois casos envolvendo filho ou enteado e, em uma ação, o caso envolveu companheiro(a).

Faixa etária

Pessoas com idade entre 30 e 45 são as maiores vítimas dos golpes aplicados em Petrópolis - foram 161 dos 472, o que representa 34% do total de casos. Em seguida, estão pessoas entre 46 e 59 anos (109 casos, 23%). Os idosos (com idade entre 60 a 79 anos) sofreram 100 tentativas de golpe, o que totaliza 21%. Os jovens (18 a 29 anos) sofreram 72 casos de estelionato (15%).

Estado

Nas 92 cidades do Rio de Janeiro, foram registrados 34.694 estelionatos no ano passado, um crescimento de 15% na comparação com 2017 - quando houve uma queda, na comparação com 2016. Em todo o Estado, o público feminino foi o alvo preferencial: 18,1 mil casos (52,18%) foram contra mulheres, e 16,5 mil (47,71%) contra homens. Assim como em Petrópolis, na maioria dos casos (54,16%) não houve relação entre autor e vítima; e a maior parte das pessoas lesadas são da cor branca (60,34%).



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