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  Covid-19

Velocidade de contágio de variante covid exige atenção, diz infectologista

Especialista aponta necessidade de reforço nas medidas de prevenção

Jaqueline Ribeiro - especial para o Diário

O infectologista, Marco Liserre 

A divulgação de variantes do novo coronavírus no Rio de Janeiro esta semana  acende o sinal de alerta quanto a importância do reforço às medidas preventivas para tentar reduzir a transmissão da doença. Em menos de um ano de pandemia, Petrópolis registrou 18.403 casos de covid-19 e a Secretaria da Saúde já contabiliza pelo menos 531 mortes de moradores da cidade em consequência da doença. O município tinha ainda até o dia 17 deste mês, 8.893 casos em análise, entre estes 17 óbitos. Este cenário, aliado a identificação de variantes do novo coronavírus, que tem maior velocidade de transmissão no Rio, exige atenção por parte das autoridades e consciência por parte da população. O infectologista, Marco Liserre, que atende pacientes nas redes pública e privada, aponta que até que a vacinação em massa seja possível, a melhor estratégia é reforçar os cuidados para evitar a contaminação e disseminação da doença.   

 - A variante não é mais infecciosa, nem mais grave do que os outros coronavírus que já estavam circulando por aqui. A diferença é que ela tem uma capacidade de disseminação muito maior do que o coronavírus inicial, aquele com o qual tivemos contato no início da pandemia. A solução até que seja possível termos a vacinação em massa, é redobrar os cuidados, preservando os hábitos de sobrevivência neste momento - aponta o infectologista.

Marco Liserre avalia que é fundamental que tanto a população quanto autoridades estejam atentas a manutenção das medidas preventivas. o Especialista destaca a importância do uso de máscaras, distanciamento social, evitando as aglomerações, além de reforço dos cuidados de higiene como lavar bem as mãos, usar álcool em gel e todos os demais cuidados que vem sendo apontados por autoridades sanitárias  desde o início da pandemia.

-  Não devemos ficar desesperados com as variantes porque elas vão acontecer naturalmente ao longo do tempo. A principal medida, no entanto, é tomarmos todos os cuidados, pois assim não vamos nos contaminar e não vamos transmitir a doença.  A vacinação em massa é a nossa esperança. No Brasil ainda vai demorar um pouquinho por conta de problemas na logística do Ministério da Saúde. Até lá o principal é reforçarmos os cuidados para evitar a disseminação da doença - pontua.

Marco Liserre avalia que os meses de dezembro e janeiro foram os mais críticos desde o início da pandemia. - Estamos atentos, a prefeitura tem adotados todas as providencias para que tenhamos as condições necessárias para que possamos combater o novo coronavírus. Nos momentos mais graves que tivemos, dezembro e janeiro, a rede de saúde de Petrópolis conseguiu suportar perfeitamente e comportar a demanda. Todos os pacientes que precisavam de atendimento foram atendidos, todos que precisaram de internação também foram internados. Mesmo nos momentos de grande saturação, como o mês de dezembro, nós conseguimos atender a demanda sem problemas. Vamos manter os cuidados, pois assim vamos atravessar essa crise, assim como Israel está conseguindo agora com a vacinação em massa - avalia.

 



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