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  Política

Vereadores comentam questão de atiradores na Rua 13 de Maio

Dois vereadores ouvidos pelo Diário concordam em pensar nas motivações do crime

Wellington Daniel

Os vereadores Silmar Fortes (MDB) e Antônio Brito (PRB) falaram ontem (14) ao Diário sobre a situação da madrugada de sexta-feira (10) para sábado (11), onde dois homens atiraram para cima em frente a uma boate. Após, atingiram uma mulher na perna na Avenida Koeller.

Para o vereador Silmar Fortes, é necessário pensar na motivação dos atiradores e quais as condições psicológicas destes.

- Vamos trabalhar com o que determina duas pessoas a fazerem isso. Qual o nível psicológico que elas estavam? Porque um ser humano equilibrado não faria algo assim. Se fossem pegos na hora, saberíamos melhor, mas esta é uma resposta da segurança pública. Mas além da resposta da segurança pública, a pessoa tem que ter os seus limites de cidadania. Primeiro: na questão de andar armado, ele tinha autorização para isso? Qual a situação emocional e psicológica dele? Independente de a casa de festas estar aberta ou não, o que aconteceu foi na rua. E isso é uma violência e transgressão que coloca em risco a sociedade – afirmou.

O vereador também diz que os critérios sobre porte e posse de armas precisam ser mais discutidos.

- Os critérios sobre porte e posse de armas precisam ser melhor discutidos.Porque já vimos alguns exemplos que isso não deu resultado,em sociedades com mais tempo de organização que a nossa. Hoje, o país tem um nível de escolaridade, social e de renda desfavorável, de vulnerabilidade, e a preocupação que fica é se hoje as pessoas estão esclarecidas quanto a esse pertencimento. Porque agora passará a ser direito. E como esse direito será utilizado para o bem comum, para a política de uma sociedade. Eu tenho muita preocupação.

Para o vereador Antônio Brito,é necessário que seja pensado se pode haver eventos do tipo na rua.

- Eu sou membro do Conselho de Turismo e lá se discute muito essas questão de estabelecimentos. E esse foi inclusive foi um assunto ontem no Conselho de Turismo. Meu posicionamento é que temos nossa lei. Todo cidadão, seja ele de qualquer classe, tem a obrigação, assim como os direitos. E também pensar qual a motivação de quem fez, se estava usando drogas ou não. Também não acho que ali possa ter um evento naquela amplitude. Ali é um local de residência também,uma rua estratégica para movimentação a Itaipava,Bingen e outras localidades para o Centro.Então ali deveria evitar estabelecimentos que envolvem fluxo de pessoa como da boate,em um determinado horário,sempre na sexta-feira, naquele período até a noite toda, onde não temos calçada suficiente.

Brito ainda lembra a questão de falta de opções para juventude na cidade.

- É importante lembrar também que não temos muita opção para a juventude petropolitana. Temos faculdades de renome, fluxo grande de jovens, que estudam a semana toda e fim de semana querem se divertir. Então, sem opções, eles vão para qualquer boate que abrir. Mas nada justifica colocar as pessoas em risco. Acho que nesses eventos deveria ter um controle maior da Polícia Militar, da Guarda Civil e até do Ministério Público. Precisa de mais agentes de trânsito controlando estes tipos de eventos também. Também discutimos a questão dos bombeiros civis, que a lei foi votada na Câmara, com possibilidade de multa para estabelecimentos, mas é preciso que o PROCON fiscalize e a possibilidade de multa precisa ser sancionada pelo prefeito - afirmou.



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