Edição anterior (1516):
sexta-feira, 04 de janeiro de 2019
Ed. 1516:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1516): sexta-feira, 04 de janeiro de 2019

Ed.1516:

Compartilhe:

Voltar:


  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 

 


 ANIVERSARIANTES AMIRP  -  Dia 4 -  Deodato Camanho da Costa,  Raphael Tobias Pio dos Santos,  Heloyza Coelho Amaro; dia 5 -  Jair da Costa Xavier, Edilene Pereira B. Carlos; dia 7 -  Josiane Vieira Perez Correa Netto; dia 8 - Lucia de Oliveira Dias; dia 10 -  Edna Ventura de Moura. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto 2 -  aniversariantes)

 



 DITOS POPULARES: “Eles que são brancos que se entendam” - Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: “Vocês que são pardos, que se entendam”. O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742- 1807), 12° vice-rei do Brasil.

Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que desconsiderou o capitão. Que, obviamente,  estranhou a atitude do vice-rei e o questionou. Dom Luís assim se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos. (foto 3 – discussão)

 

 “MAIS UMA CARGA, CAMARADAS!” – Há cento e cinquenta anos morria o General José Joaquim de Andrade Neves, Barão do Triunfo. Nascido, em 22 de janeiro de 1807,  em Rio Pardo, Rio Grande do Sul, fiel às leis do país, ele viu na Guerra dos Farrapos uma revolta contra a autoridade constituída. Pegou em armas a favor do governo, tomou parte ativa em um grande número de combates como membro da Guarda Nacional. Sempre com a lança em punho, à frente de seus esquadrões.  De alferes a tenente-coronel, conquistou todos os postos no campo de batalha, por atos de bravura, pelo que foi convidado a entrar para o Exército Imperial.

Quando a revolução chegou ao fim, Andrade Neves ocupava o posto de coronel, posição conquistada por sua dedicação e valentia no campo de batalha. As cicatrizes que tinha, retalhadas pelo corpo, eram testemunhas da sua coragem nos combates. Em 1864, ao irromper a Guerra do Paraguai, o  já General Andrade Neves ia à frente da 3ª Brigada de Cavalaria. Em 21 de outubro de 1867, ataca quatro regimentos de cavalaria paraguaias e os derrota. Sua divisão era apelidada pelos paraguaios de “caballeria loca de cuenta” (cavalaria louca varrida). Em 6 de janeiro de 1869,  aos 62 anos de idade, Andrade Neves, após longa e dolorosa agonia, motivada pela infecção do grave ferimento sofrido durante a Batalha de Lomas Valentinas (21 e  27 de dezembro de 1868),   morreu entre dores lancinantes e delírios de febre alta, que lhe traziam à mente as imagens dos tempos gloriosos em que ele comandava os ataques da cavalaria. Suas últimas palavras foram ouvidas por seu ajudante-de-ordem, que ficara o tempo todo ao lado do guerreiro: “Mais uma carga, camaradas!”  (foto 4 - Andrade Neves)

 


 O GRUPO DE AMIGOS (autor desconhecido) Um homem, comparecia assiduamente às reuniões de um grupo de amigos e, sem comunicar a ninguém, deixou de participar de suas atividades.  Depois de algumas semanas, um amigo, integrante desse grupo, decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria! O Amigo o encontrou na sua casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde o fogo estava brilhante e acolhedor. Adivinhando o motivo da visita do seu amigo lhe deu as boas vindas e, aproximando-se da lareira lhe ofereceu uma cadeira grande em frente à chaminé e ficou quieto, esperando.

Nos minutos seguintes, houve um grande silêncio, pois os dois homens somente admiravam a dança das chamas em volta dos troncos de lenha que queimavam. Depois de alguns minutos, o amigo visitante examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente escolheu uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para fora do fogo. Sentando-se novamente, permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e também quieto. Dentro de pouco tempo, a chama da brasa solitária diminuiu, até que após um brilho discreto e momentâneo, seu fogo se apagou em um instante mínimo. Dentro de pouco tempo, o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um frio, morto e preto pedaço de carvão, recoberto de uma camada de cinza espessa. Nenhuma palavra tinha sido pronunciada desde a protocolar saudação inicial entre os dois amigos. Antes de preparar-se para ir embora, o amigo visitante movimentou novamente o pedaço de carvão já apagado, frio e inútil, colocando-o novamente no meio do fogo. Quase que imediatamente o carvão voltou a desprender-se em uma nova chama, alimentado pela luz e o calor das labaredas dos outros carvões em brasa e ao redor dele. Quando o amigo visitante se aproximou da porta para ir-se embora, seu anfitrião lhe disse: “obrigado pela sua visita e pelo belíssimo sermão. Retornarei ao grupo de amigos que muito bem sempre me faz.” ( Para reflexão: 1) Aos  ”AMIGOS” membros de um grupo, sempre vale lembrar, que eles fazem parte da "CHAMA" do grupo e que isolados perdem todo seu brilho. 2)  Aos amigos de um grupo, vale a pena sempre lembrar-lhes que também são responsáveis por manter acesas as chamas do "ENCONTRO" entre cada um dos seus membros e de promover a união entre todos eles, para que o fogo seja sempre realmente forte e duradouro. 3) Uma família se mantém com a chama acesa quando os membros não esquecem que todos são importantes no barco da vida.) (foto 5  - grupo de amigos)

“Cada hora de tempo perdida na mocidade é uma possibilidade a menos nos sucessos do futuro.”  (Napoleão Bonaparte)



Edição anterior (1516):
sexta-feira, 04 de janeiro de 2019
Ed. 1516:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1516): sexta-feira, 04 de janeiro de 2019

Ed.1516:

Compartilhe:

Voltar:







Rua Joaquim Moreira, 106
Centro – Petrópolis – RJ
Cep: 25600-000

ABRAJORI – Associação Brasileira dos Jornais do Interior