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  Colunistas
 Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 


 ANIVERSARIANTES AMIRP – Dia 21 - José de Souza Silva; dia 22 -  Lucas Santos Lima; dia 24 -  Jorge Bento dos Santos; dia 25 -  Alice Miranda de Toledo,  Bruno Rizzo Santos,  Haroldo Carlos Costa dos Santos,  Marco Aurélio de S. Coutinho. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto  - aniversariantes amirp)

 

AMIZADE DE INFÂNCIA – faz pouco tempo, pela primeira vez, tive a oportunidade de conversar com o senhor Honor Pacheco a quem conhecia das reuniões da AMIRP. Ao desenrolar dos assuntos descobrimos que fomos amigos de infância em Vila Inhomirim, Raiz da Serra de Petrópolis. Moramos nas vilas da Fábrica de Pólvora da Estrela e estudamos na Escola Duque de Caxias. Lembranças de pessoas amigas e fatos acorreram às nossas memórias. Recordações e saudade de uma época muito feliz.  Na foto Honor Pacheco com a esposa e familiares (sentados) e em pé Ten. Edésio e Cap Ailton. (foto   - Honor, etc)

 

  

 DITO POPULAR – “FAZER UMA VAQUINHA” - A expressão foi criada pela torcida do time carioca de futebol Vasco da Gama, na década de 1920, quando os torcedores arrecadavam dinheiro para distribuir entre os jogadores, caso estes vencessem o jogo. O valor a ser pago era inspirado em números do “jogo do bicho”. Por exemplo: vitória por 1 x 0 rendia um “coelho” (número 10 no jogo do bicho) e que representava, em dinheiro, 10 mil réis. A goleada, um placar dilatado, valia uma vaca que é o número 25 no “jogo do bicho” e, portanto, representava 25 mil réis, o prêmio mais cobiçado pelos jogadores, daí nasceu fazer uma “vaquinha”.  (foto  – dito popular)

  

 A IMPORTÂNCIA DA “VITAMINA D” (Hospital Sírio Libanês, 3 de julho de 2017) - ?A vitamina D é muito importante para o corpo humano. Além de suas funções mais conhecidas relacionadas à saúde dos ossos, é responsável também por outras atividades, trabalhando como reguladora do crescimento, sistema imunológico, cardiovascular, músculos, metabolismo e insulina. A importância da vitamina D pode ser vista quando ela está em falta no nosso organismo. Em adultos, os ossos se tornam frágeis (osteoporose), com riscos de fraturas espontâneas.

 Em crianças, a deficiência acentuada pode comprometer o crescimento e levar a uma formação inadequada dos ossos, dando origem ao chamado raquitismo, situação em que existem deformidades ósseas. A principal forma de ativar a vitamina D no organismo é através da exposição solar. O cálcio e o fosforo, substâncias reguladas pela vitamina D, têm um papel importante na contração muscular, valendo isso para todos os tipos de músculos, inclusive o coração. Quando há a deficiência da vitamina no organismo, é maior o risco de quedas e fraturas, devido à fraqueza muscular. No coração, tem influência no controle das contrações do músculo cardíaco, importante no bombeamento de sangue para o corpo. As células que fazem parte do sistema imunológico, como os linfócitos, têm receptores para a vitamina D, que atua no fortalecimento do sistema de defesa, auxiliando na prevenção de doenças. A vitamina D está sendo usada no tratamento de doenças autoimunes, pois acredita-se que a substância poderia inibir de forma seletiva a reação do organismo de se auto atacar. (foto  - vitamina D)

  

 MARIA JAPONA (vidamarinheira.blogspot.com, 15 de julho 2017, zemaria) - Maria Japona foi um personagem marcante desde almirante a grumete que vivenciaram sua simplicidade, sua irreverência, seu amor pela gola (marinheiros) e ojeriza ao caqui (fuzileiros), ao civil e às mulheres. Conhecia todas as graduações e postos. Era uma andarilha que estava sempre vestida em uma velha japona ou carregando-a no braço nos dias de calor, mas não se separava dela. Era baixa e gorda, os cabelos sempre em desalinho com um coque mal arrumado, as roupas rotas e quase sempre sujas. Usava o linguajar marinheiro cheio de gírias e palavrões. Amava a marujada, tinha cisma de naval, de civis, e principalmente das funcionárias, a quem ofendia e atirava pedras.

Dizia-se Rainha da Marinha e xingava quem dizia que a rainha era a Emilinha Borba.  Possuía carteira de identidade fornecida pelo Sistema de Identificação da Marinha com o número 233.188 onde estava registrada com o nome de Maria de Lourdes Acioli, nascida em Pernambuco a 12 de agosto de 1920. Contam que durante a segunda guerra a Maria, ainda jovem, estava sempre presente no cais e ajudava na atracação dos navios em regresso de missões. Chegou a participar de algumas viagens, escondida por marujos nos alojamentos e porões. Aparecia no convés quando o navio já se encontrava em alto mar.


 Certa ocasião apareceu em Brasília. Aprontou em São Paulo, encasquetou que queria inspecionar a Base Fluvial de Ladário e tanto fez que o comando do Sexto Distrito Naval deu-lhe uma passagem para lá. Em Ladário atravessou a fronteira e foi até a Bolívia onde se divertiu com a fala castelhana, um português atrapalhado. O comando da base providenciou passagem de trem para ela voltar para o Rio de Janeiro mas a Maria cismou que só viajaria se fosse de avião, e mais, tinha que ser para Brasília. Para livrarem-se dos incômodos fizeram-lhe a vontade, deram-lhe uma passagem de avião para Brasília, onde também aprontou das suas e depois desapareceu de lá. Foi vista ainda no Rio de Janeiro sempre pelos arredores do Arsenal de Marinha e Cais da Bandeira e sempre xingando e atirando pedras nos navais, nos funcionários civis e nas mulheres, e sempre abraçando o pessoal da gola de grumete a almirante. Faleceu anonimamente em 1980. (foto  -  Marinha do Brasil) (foto  – Maria Japona)

“Mais esperança nos meus passos do que tristeza nos meus ombros.” (Cora Coralina)

 

 



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