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  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 


 ANIVERSARIANTES AMIRP – dia 6 -  Delamare Ferreira da Rocha,  Jane Feraudy Senna,  Marlúcio Albino Lobo; dia 7 -  Vera Fois Câmara,  Júlio Cesar Fecher,  Edir Vieira Alves; dia 8 -  Elza da Conceição Medeiros da Silva; dia 9 -  Marlene Silva Rigo dos Santos; dia 11 -  Daisy Orico Brand. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto  - aniversariantes amirp)

  
 
 APRESENTAÇÃO ANUAL – OP/32º BIL – Os militares da reserva e pensionistas, aniversariantes no mês de setembro, vinculados à OP/32BIL (ex SIP/32), não se esqueçam da obrigatória apresentação anual até o fim deste mês. (foto  – atenção)

 

NOSSA GENTE AMIRP – Associados da Associação dos Militares da Reserva de Petrópolis e da Associação dos Amigos do Nosso Batalhão durante encontro no Centro General Ernani Ayrosa, Itaipava.  Foto Ernani de Oliveira. (foto  – nossa gente)

 

  

 DITO POPULAR- “AMIGO DA ONÇA” – O “Amigo da Onça” foi um personagem criado pelo chargista Péricles de Andrade Maranhão para a revista “O Cruzeiro”. A charge circulou de 1943 a 1961. Tratava-se de uma pessoa que sempre dava um jeito de levar vantagem sobre as outras, colocando-as em situações embaraçosas. (foto  – dito popular)

  

 “O BANHO QUENTE”, do livro “MEMÓRIAS DE UM EX-CADETE DA AERONÁUTICA” (Jober Rocha, Economista e Doutor pela Universidade de Madri, Espanha) - Escola Preparatória de Cadetes do Ar, Barbacena, MG, ano de 1960, lá fazia, normalmente, muito frio. À tarde, por volta das 17 horas, quando voltávamos da ginástica, havia um período de cerca de meia hora no qual saía água quente dos chuveiros.

Quem comandava o fornecimento de água quente era um taifeiro, que operava a caldeira onde a água era aquecida. Como o período era breve, muitas vezes a água quente acabava no meio do banho e a fria vinha em seguida, pelo mesmo cano. Nestas ocasiões, sofrendo com a água gelada, os alunos, jovens entre 16 e 18 anos, gritavam pela janela:- “Caldeireiro filho da p..., manda água quente para os alunos!”.  Certo dia, quando gritavam em coro pela janela do segundo andar, passou o Coronel Subcomandante conduzindo uma comitiva de senhoras, visitantes, que caminhava pelo pátio abaixo. Ouvindo aquilo o coronel deixou-as, subiu até o alojamento onde reuniu todo mundo e, educadamente, pediu que evitassem palavras ofensivas à honra do caldeireiro, principalmente palavrões.  No dia seguinte, à mesma hora, ouviu-se da janela o coro gritando: - “Caldeireiro bonzinho, manda água quente, para os alunos filhos da p...!”. (foto  – escola preparatória)

 AMAZÔNIA E A  SOBERANIA NACIONAL (Gen.Div. Roberto Viana Maciel, Cel. Eng. Mil. José Antônio Simões Bordeira) – A questão mais sensível sobre a Amazônia é aquela que trata da soberania nacional. Dois livros recentes do mesmo autor (“Sapiens” e “Vinte e Uma Lições Para o Século 21”) abordam a questão de forma lúcida.  Merkel, Tatcher, Gore e outros políticos de peso, sem explicações rebuscadas, já falaram sobre o tema, algo como soberania compartilhada, ou soberania relativa sobre a Amazônia. Ceder soberania é difícil, embora inteligível ao estudioso. Não por outra razão, a Inglaterra retira-se da União Europeia e os americanos recusam o Protocolo de Kioto. Os nórdicos, tão "bonzinhos", cumprem suas penitências pondo recursos na Amazônia em troca de imposição de agendas próprias, tais como: explorar petróleo no Mar do Norte e  próximo ao Ártico.  Voltando aos citados livros, no fim dos tempos chegaremos ao utópico mundo novo, sem fronteiras, onde os homens serão perfeitos e decidirão o melhor para todos. O mundo do Messias. Enquanto esse mundo não chega, os nacionalismos vão ter que ser abrandados, pois interesses maiores, globais, inadiáveis precisam ser atendidos. No Brasil, as comunidades indígenas precisam integrar-se à nação brasileira senão permanecerão "povos" indígenas, uma nação à parte, um provável país em construção, com lideranças facilmente manipuláveis, não em troca de espelhinhos e apitos, mas de vantagens em sólidas moedas estrangeiras. (foto  – Amazônia e Soberania)

  

SETE DE SETEMBRO, DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL, “DIA DA PÁTRIA” - (Engº Mil. Jorge da Rocha Santos) - Em 7 de Setembro de 1822, ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, São Paulo, o Príncipe D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai, o Rei D. João VI, para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes de Lisboa. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, a Princesa Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro e advertindo: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece". Impelido pelas circunstâncias, D. Pedro pronunciou a famosa frase "Independência ou Morte!", rompendo os laços de união política com Portugal. Nascia o Império do Brasil. Uma nova e soberana nação. Soberania é o poder político supremo do Estado dentro do território nacional e em suas relações com outros Estados. É o conjunto de poderes que constituem um Estado politicamente organizado, enfim é a Pátria que o notável Ruy Barbosa assim definiu: “A Pátria é a família amplificada. É a família, divinamente constituída, tem por elementos orgânicos a honra, a disciplina, a fidelidade, a benquerença, o sacrifício. É uma harmonia instintiva de vontades, uma desestudada permuta de abnegações, um tecido vivente de almas entrelaçadas. Multiplicai a célula, e tendes o organismo. Multiplicai a família, e tereis a pátria.” Viva o Brasil! Uma voz soberana no concerto das nações! Salve o Sete de Setembro! (foto – Independência)

 

“O hábito de tudo tolerar pode ser a causa de muitos erros e de muitos perigos.” (Cícero)

 

 



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