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  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 


 ANIVERSARIANTES AMIRP –
Dia  1 -  Santinha Vicentini Nolêto; dia 2 -  Débora P. I. Feliceti Schaefer; dia 5 -  Teomar de Oliveira Bezerra; dia 6 -  Osmar Joaquim Justen, Sebastião Inocêncio de Alcântara,  Maciel Breno Schiffler,  Nilda Marques Lischt; dia 7 -  Celina do Carmo Ribeiro. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto  - aniversariantes amirp)

  
 
 APRESENTAÇÃO ANUAL – OP/32º BIL
– Os militares da reserva e pensionistas, aniversariantes no mês de novembro, vinculados à OP/32BIL (ex SIP/32), não se esqueçam da obrigatória apresentação anual até o fim deste mês. (foto – atenção)

 

NOSSA GENTE AMIRP – Associados da Associação dos Militares da Reserva de Petrópolis e da Associação dos Amigos do Nosso Batalhão durante encontro no Centro General Ernani Ayrosa, Itaipava.  Foto Ernani de Oliveira. (foto  – nossa gente)

 

 
 

 TRINTA DE OUTUBRO – DIA DO QUADRO DO MATERIAL BÉLICO –
O Quadro de Material Bélico realiza o apoio logístico voltado para a manutenção, suprimento de peças e conjuntos de reparação destinados ao material bélico, a saber: os armamentos, as viaturas e as aeronaves O Exército Brasileiro, criou o Quadro de Material Bélico (QMB), fruto da experiência da participação brasileira na II Guerra Mundial.


 Segundo estudiosos de história militar, a última grande guerra teria sido vencida, principalmente, pela Logística. Uma infraestrutura logística eficiente e rápida é essencial para as atividades de manutenção, transporte e suprimento. O Patrono do Quadro de Material Bélico é o Major Carlos Antônio Napion nascido em Turim na Itália, a 30 de outubro de 1757, militar e engenheiro dotado de cultura técnico-especializada na área do Material Bélico, veio para o Brasil, em 1808, com o Príncipe Regente D. João VI, onde recebeu a missão de lançar as bases e promover o desenvolvimento da indústria bélica nacional. (foto  - Material Bélico)  (foto  – Major Napion)

 

 UMA HISTÓRIA DE SOLDADO (
Gen. Bda. Edney Resende Moura) - Cresci em São João del Rei, Minas Gerais, escutando histórias dos ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira (FEB), do 11º Regimento de Infantaria. Uma delas refere-se ao pai do já falecido Ten. Cel. Carlos Antônio Cordeiro, da Turma Humaitá (turma de 1968), da Academia Militar das Agulhas Negras. Durante a Segunda Guerra, na campanha da Itália, o pai do Ten. Cel. Cordeiro, foi ferido em uma das batalhas da FEB tendo ficado cego. Recolhido para o hospital, lá, durante seu tratamento, teve um relacionamento com uma enfermeira italiana do qual resultou um filho, sem que ele soubesse. Os anos passaram; por volta dos meados dos anos sessenta, o já então rapaz italiano manifestou desejo de conhecer o pai. Mãe e filho vieram ao Brasil e dirigiram-se para S. João Del Rei onde foram muito bem recebidos. A antiga enfermeira nada reivindicou, queria apenas que o filho conhecesse o pai e, concretizada a aspiração, retornaram para a Itália. (foto  -  Força Expedicionária Brasileira)

 

 QUARENTA E CINCO ANOS DA PONTE RIO-NITERÓI
(www.forte.jor.br - Forças Terrestres) - Inaugurada em 4 de março de 1974, ao final do governo do Presidente General Emílio Garrastazu Médici, é a maior ponte do hemisfério sul e uma das maiores do mundo em área construída, com um comprimento total de mais de 13 quilômetros, a Ponte Rio-Niterói completa 45 anos neste ano. Para celebrar a data, a Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, através do Programa de Projeto de Estruturas, promoveu um ciclo de palestras com os principais engenheiros envolvidos no desenvolvimento do projeto, construção, melhoria de desempenho dinâmico e manutenção da ponte. 

A programação constou de uma sequência de palestras de engenheiros envolvidos com a história da ponte desde o seu projeto até os dias de hoje. Iniciou com a apresentação do professor emérito Benjamin Ernani Diaz, responsável técnico pelo projeto da ponte juntamente com Antônio Alves de Noronha Filho no primeiro escritório de engenharia civil do país a utilizar computadores para realizar cálculos numéricos de estruturas, a Noronha Engenharia S.A.  O engenheiro civil Bruno Contarini, referência em construção de pontes e viadutos, discorreu sobre os grandes desafios construtivos vencidos em obra de tal vulto. Na parte da tarde ocorreram as palestras do pesquisador do Programa de Engenharia Civil da Coppe/UFRJ Ronaldo Battista, autor do projeto que reduziu em mais de 80% as oscilações provocadas pelo vento no vão central da ponte; e do engenheiro Carlos Siqueira, que atuou no passado na fiscalização da construção da ponte e até hoje atua na manutenção da obra, sendo talvez a pessoa que mais dedicou seu tempo à obra. Organizado pela professora Maria Cascão Ferreira de Almeida, coordenadora do Programa Projeto de Estruturas, o encontro buscou estimular os alunos com exemplos de engenharia brasileira de excelência evidenciando o alto nível dos profissionais formados pelo curso de Engenharia da UFRJ e o quanto eles podem contribuir para o desenvolvimento do Brasil. (foto 8 – Ponte Rio Niterói)

MANCHAS DE PETRÓLEO NAS PRAIAS DO NORDESTE – O Gen. Hamilton Mourão, Vice Presidente da República, declarou tratar-se de um acidente atípico as manchas de óleo na costa nordestina. O normal de acidentes dessa natureza é que haja a localização do ponto inicial. Por exemplo, uma plataforma que vaza petróleo, um navio que vaza petróleo. Eles informam indicando a ocorrência do vazamento e as autoridades se preparam para a contenção. Para esse caso não houve nenhum tipo de alerta. E, de uma hora para outra, as placas de óleo pesado, que se deslocaram embaixo da superfície do mar, começaram a chegar às praias. A princípio eram incidentes isolados. Primeiro, chegou ao Rio Grande do Norte. Depois, chegou à Paraíba e a Pernambuco. Em seguida propagou para outros locais do litoral. A partir da intensificação do número de incidentes  o Plano Nacional de Contingência foi acionado, pois verificou-se que deixava de ser uma mera ocorrência e, pelo contrário, abrangia várias praias da costa nordestina. Desde então, conforme determina o Plano Nacional, o Ministério do Meio Ambiente é a autoridade nacional competente, e por ser incidente de mar, a coordenação passou para a Marinha do Brasil. (foto – manchas de óleo)

 

“Ame-se também, quando você se ama, você se instrui, você se cuida, você se prepara para uma vida feliz”. (Divaldo Franco)



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