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  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 


 ANIVERSARIANTES AMIRP – Dia 8 - Leni Vivarini Pinto,  José Mauro Xavier Machado; dia 9 -  Francisco Benjamim,  Silvéria Filgueiras Sucar; dia 10 -  Thereza Iamada Mantovani,  Maria Sirlei de Abreu dos Santos; dia 11 - Marly Barcellos Pires Ferreira,  Lidice Quadrio Veiga,  Anderson Rufino,  Ana Cristina Tavares Bezerra de Oliveira; dia 12 -  Abelardo Filgueiras de Mattos,  Rafael Luis Pio dos Santos; dia 14 -  Paulo Lúcio da Cruz Loureiro,  Maria das Graças Edwards Scudeze,  Sônia Maria Wilbert Hansel. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto  - aniversariantes amirp)

NOSSA GENTE AMIRP – Os prezados amigos Jorge Theobald e Marilene  durante encontro da associação no Centro General Ernani Ayrosa, em Itaipava.  Foto Ernani de Oliveira. (foto  – nossa gente)

 

 

 QUATRO DE NOVEMBRO, DIA DO OFICIAL DA RESERVA - O Exército Brasileiro comemora, em 4 de novembro, o Dia do Oficial da Reserva (R/2), instituído em reverência ao nascimento do Tenente Coronel Luiz de Araújo Correia Lima, idealizador dos Órgãos de Formação de Oficiais da Reserva no País. Natural de Porto Alegre (RS) e descendente de família de militares, destacou-se no Colégio Militar de Porto Alegre, na Escola Militar do Realengo, onde veio a ser instrutor, e na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, pela sua inteligência e liderança.


 
 Como estudioso das doutrinas pós 1ª Guerra Mundial, vislumbrou, perspicazmente, a importância da incorporação às reservas mobilizáveis de cidadãos com formação superior e conduta ilibada, o que motivou o Exército Brasileiro a criar, em 22 de abril de 1927, o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro (CPOR/RJ), Organização Militar pioneira na formação de Oficiais R/2, no formato do Reserve Officers Training Corps, dos Estados Unidos da América, sendo seu primeiro comandante o Cap. Luiz de Araújo Correia Lima. O 32º Batalhão de Infantaria Leve, Batalhão D. Pedro II, realiza hoje, dia 8 de novembro, às 8:00 h, no seu aquartelamento na Av, Duque de Caxias s/nº, Quarteirão Presidência, a solenidade militar comemorativa do “Dia do Oficial da Reserva”. (foto – CPOR) (foto - Ten. Cel. Luiz Araújo)

 

RESPONSÁVEL PELA MANCHAS DE PETRÓLEO NAS PRAIAS DO NORDESTE – No dia 25 de outubro, o Gen. Hamilton Mourão, Vice Presidente da República disse tratar-se de um acidente atípico as manchas de óleo nas praias do nordeste, pois o normal de acidentes dessa natureza é que haja a localização do ponto inicial. Por exemplo, uma plataforma que vaza petróleo, um navio que vaza petróleo. Eles indicam a ocorrência do vazamento e as autoridades se preparam para a contenção. Para esse caso não houve nenhum tipo de alerta. E, de uma hora para outra, as placas de óleo pesado, que se deslocaram embaixo da superfície do mar, começaram a chegar às praias nordestinas. A princípio eram incidentes isolados. Primeiro, chegou no Rio Grande do Norte. Depois, chegou à Paraíba, Pernambuco. Em seguida avançou para o litoral Norte. A partir da intensificação do número de incidentes o Plano Nacional de Contingência foi acionado, pois verificou-se que que transcendia uma mera ocorrência e pelo contrário, abrangia várias praias do litoral nordestino. A partir desse momento, de acordo com o plano, o Ministério do Meio Ambiente é a autoridade nacional, e por ser incidente de mar, a coordenação passou para a Marinha do Brasil. Naquela declaração o Gen. Mourão enfatizou que se chegaria ao responsável. Dia 31 de outubro, foi divulgado que a Polícia Federal havia informado para o Juiz federal Francisco Eduardo Guimarães Faria, da 14ª Vara Federal, Natal, RN, que o navio mercante Boubolina, de bandeira grega e de propriedade da empresa Delta Tankers LTD, seria o provável  responsável pelo petróleo vazado que ora atinge a costa do Nordeste do Brasil. (foto – mancha de óleo)

 

  

 CAVEIRA QUEM TE MATOU? (Cel. Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos) – Não só no Brasil, mas nos outros países também ocorrem incêndios florestais durante a época da seca. A título de ilustração: em junho um grande incêndio nas florestas da Espanha, em julho em Portugal, em agosto na Grécia, em outubro nos Estados Unidos da América e também na Austrália. A esse respeito, nenhuma indignada manifestação de “Frau” Ângela Merkel, chanceler da Alemanha, tampouco do “Monsieur” Frederic Macron, presidente da França, de Sua Santidade Papa Francisco e menos ainda da Sra. Erna Solberg, primeira ministro da Noruega.

 Essas ilustres personalidades igualmente não se pronunciaram quanto a apoiar o Brasil, em meios, para combater a propagação do petróleo derramado em águas oceânicas, a cerca de setecentos quilômetros do litoral do Estado da Paraíba, bem como esclarecer a autoria. Agora, terminada a temporada da mídia, que tinha por refeição os incêndios florestais na Amazônia, passou a ser servida a sobremesa das manchas de óleo nas praias nordestinas oriundas do derramamento, intencional ou não, do petróleo em águas internacionais. Com uma dramatização para o noticiário, em agendamento pré-combinado, um show de sujeira promovido por “artistas” do “green peace” nos portões ao Palácio do Planalto. Todavia, colaboração do “Green Peace” na limpeza das praias ou no mar para “pescarem”  os  bolsões de petróleo não se tem notícia. Fechando o rol dessas macambúzias ocorrências adicionaram-se alguns inoportunos pronunciamentos políticos. Somam-se, de um lado, um blecaute intencional derivado da mídia, do outro lado, pronunciamentos intempestivos da “tropa amiga” do presidente. Toda essa negatividade tem tido uma única resultante: a ocultação do povo brasileiro dos acontecimentos positivos decorrentes do trabalho dos diversos ministérios.  “Caveira quem te matou? Foi a língua do meu senhor”, assim diz a canção de Ary Lobo. (foto 7 – caveira)

“Quando se convive muito com a mentira, ficamos propícios a desconfiar da realidade.” (Ruy Barbosa)

 



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