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  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 

 
ANIVERSARIANTES AMIRP – Dia 14 - Sônia Maria Gabrich Esteves,  Ivone Esch Justen; dia 15 - Antonio Vieira da Costa,  Edison Caetano; dia 16 -  Alcir de Lemos Calheiros,  Márcia Cristina da Silva Justen Bach; dia 20 -  Vilma Fiorini Sarmento. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto 2 - aniversariantes amirp)

NOSSA GENTE AMIRP – Associados da Associação dos Militares da Reserva de Petrópolis durante almoço realizado em dezembro de 2019 no Centro General Ernani Ayrosa, Itaipava.  Foto Ernani de Oliveira. (foto  – nossa gente)

 

 

MELHOR INSTRUTOR WHINSEC (Fort Benning, Estados Unidos da América) – No período de novembro de 2018 a outubro de 2019, o “Western Hemisphere Institute for Security Cooperation” - WHINSEC (Instituto do Hemisfério Ocidental para Cooperação de Segurança), localizado no Fort Benning, Estados Unidos da América, realizou as avaliações de seus instrutores, oriundos de dezessete países. O resultado foi divulgado no último dia 24 de janeiro, e o Primeiro Sargento Eduardo Luiz Louro de Assis, do Exército Brasileiro, que já havia vencido a competição do 1º trimestre, teve seu trabalho destacado como Instrutor do Ano do WHINSEC, no âmbito dos graduados. Na próxima etapa, o Primeiro Sargento Eduardo Assis representará o WHINSEC na competição de Instrutor do Ano do “Training and Doctrine Command” - TRADOC (Comando de Treinamento e Doutrina), com instrutores de diversos estabelecimentos de ensino do Exército dos Estados Unidos da América. Na ocasião, serão avaliados conhecimentos técnicos, habilidades de comunicação e técnicas de gerenciamento de sala de aula. (foto  – Sgt Eduardo)

 

 

CORONAVIRUS, OPERAÇÃO REGRESSO – Resgatados pela Força Aérea Brasileira, desembarcaram na manhã do domingo, 9 de fevereiro de 2020, na Base Aérea de Anápolis, Goiás, os trinta e quatro brasileiros repatriados de Wuhan, cidade chinesa epicentro da epidemia de coronavírus. A Força Aérea Brasileira destacou duas de suas aeronaves para a missão. Tanto os resgatados quanto as tripulações das aeronaves e os demais elementos de apoio ficarão em quarentena por dezoito dias em um dos hotéis de trânsito da base aérea, que foi adaptado para o isolamento. Ele dispõe de trinta e oito suítes equipadas com TV, internet, frigobar, telefone e ar-condicionado. Há sete crianças no grupo. Foi montada uma brinquedoteca e instalado um pula-pula para elas. No período da quarentena, os repatriados não poderão receber visitas de parentes e amigos, mas poderão fazer ligações de telefone e videoconferência. (foto  – aeronave)

 

 

MARINHA DO BRASIL - REPATRIAMENTO DE BRASILEIROS, DESCONTAMINAÇÃO DE AERONAVES E VIATURAS (Tecnodefesa, 9 de fevereiro, Roberto Caiafa) - Militares da Marinha do Brasil do Centro de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (NBQR) da Marinha do Brasil, do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais e da Companhia de Defesa NBQR do Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais participam da grande operação de repatriação dos brasileiros que chegaram da China, no dia 9 de fevereiro, à Base Aérea de Anápolis, Goiás, em dois aviões da Força Aérea Brasileira. Eles ficarão em quarentena no local por 18 dias. Os 44 militares da Marinha ficaram responsáveis pela descontaminação dos ônibus, viaturas e materiais utilizados no deslocamento dos repatriados até o Hotel de Trânsito. A descontaminação de aeronaves e viaturas encerrou no dia 10 de fevereiro. Equipes permanecerão de prontidão, em Anápolis, até o término da Operação. (foto  – descontaminação)

 

 

 

 TREZE DE FEVEREIRO, DIA DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA RELIGIOSA DO EXÉRCITO -
Frei Orlando, Antônio Álvares da Silva era o seu nome de batismo. Nasceu em 13 de fevereiro de 1913, foi ordenado frade em 1937, escolhendo o nome Frei Orlando. Apresentou-se voluntariamente e foi nomeado Capelão Militar pela Portaria nº 6.785, de 13 de julho de 1944, de acordo com o Decreto nº 6.535, de 26 de maio de 1944. Abandonou sua vida pacífica do claustro, a solidão das celas franciscanas e a paz dos templos pela vida agitada e incerta das atividades militares, a fim de atender sua vontade de bem servir à causa do Brasil e ao santo mistério de Deus, na guerra. Declarou a um amigo que era uma missão que recebeu de Nossa Senhora e sabia que não iria voltar. Na manhã de 20 de julho de 1944, surge, no acantonamento do 11º Regimento de Infantaria, Regimento Tiradentes, risonho e feliz, aquele que, como Tenente da Companhia de Comando Regimental, levaria conforto e apoio espiritual aos guerreiros da FEB, empunhando apenas duas armas: um cachimbo e uma gaita, com a qual anunciava a hora de rezar o terço.

Além da missão de defender a Pátria, levar aos combatentes a palavra de Deus, dava ânimo e motivação aos que se viam em desespero e até revoltados, ante o quadro de caos produzido pelo próprio homem. Na investidura de suas funções junto à tropa, celebrou sua primeira missa para o Regimento Tiradentes, em 21 de julho, em um altar tosco de madeira construído no acantonamento do Morro Capistrano, Gericinó, Rio de Janeiro, RJ. Quando vestiu o uniforme de capelão militar no posto de tenente, sentiu a diferença.

 Seu garbo e sua postura impunham respeito e só era identificado como padre pelo distintivo da cruz na gola da túnica. Ao voltar fardado a São João Del Rei, procurou cumprimentar a todos pelas ruas da cidade, com tanta alegria, que parecia despedir-se de tudo e de todos. Na missa de despedida, no Templo de São Francisco de Assis, subiu ao púlpito, falou da situação da guerra e ressaltou a sua satisfação de servir a Deus e à Pátria. “Hoje é o dia mais feliz de minha vida, completei o meu ideal: sou agora, soldado de Deus e da Pátria”. Frei Orlando faleceu em 20 de fevereiro de 1945.  O boletim n° 52, do 11º RI, de 22 de fevereiro de 1945, impresso em Docce, na Itália, registrou o passamento do capelão: "Foi recebida, com dolorosa surpresa, a notícia do falecimento do capelão capitão Antônio Alvares da Silva (frei Orlando), vítima de um tiro, quando se dirigia de Docce para Bombiana, a fim de levar sua assistência espiritual aos homens em posição, no dia 20, quando do ataque ao Monte Castelo”. Finda a guerra, o governo brasileiro instituiu frei Orlando como patrono do Serviço de Assistência Religiosa do Exército, criado, em caráter permanente, por decreto-lei, no ano de 1946. (foto  – FEB) (foto  – Frei Orlando)

 

“Não diga: é impossível. Diga: eu ainda não consegui realizar isso.” (Provérbio japonês)



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