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  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 

 

 

 
ANIVERSARIANTES AMIRP - Dia 10 -  Marly Cabral de Mello Carlos,  Nilza Oliveira Pinheiro,  Altair de Oliveira Butturini,  Paulo Cesar Pereira de Oliveira; dia 11 - Regina Kurtembach Hamberger, dia 12 - José Augusto de Souza; dia 13 -  Daniel Gonçalves Santos, Maria Regina Thomaz Vieira; dia 14 -  Maria Laura Diniz Eckhardt,  Sonia Maria Monteiro Lima; dia 15 -  Débora Maria Rodrigues; dia 16 -  Dilma Altes dos Santos,  Marli Pereira da Silva. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto  - aniversariantes amirp)



 
 SERMÃO DAS SETE PALAVRAS (Fernandes Soares) Jesus agonizando no Calvário, disse aquelas palavras imortais: PAI, PERDOAI-LHES, PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM. As primeiras palavras de perdão!  Depois, ao pecador arrependido: HOJE MESMO ESTARÁS COMIGO NO PARAÍSO. E a terceira palavra à Mãe Santíssima: MULHER, EIS AÍ TEU FILHO. Na quarta vez, um brado veemente de homem sofredor: TENHO SEDE! E a quinta foi um grito inexplicado: MEU DEUS, MEU DEUS! POR QUE ME DESAMPARASTE? Na sexta vez, despede-se do mundo: TUDO ESTÁ CONSUMADO.

 Já chegava ao final sua agonia, agonia de Deus que se fez homem, quando se ouviu a sétima palavra: PAI, MINHA ALMA ENCOMENDO EM TUAS MÃOS. Disse-as em tom enérgico e vibrante, em voz alta, cabeça erguida ao céu, numa atitude grave e majestosa, transformando aquela hora de tristeza em salvação  da Terra que criou, num momento de amor e onipotência. (foto  – Jesus)

 

 
 PÁSCOA - O mundo cristão tem, no martírio de Jesus Cristo e na sua morte, por crucificação, a prova do seu desprendimento e do seu amor à humanidade. Tem na ressurreição o testemunho da sua divindade. A Páscoa Cristã celebra a ressurreição de Cristo, a confirmação da vida futura, da vida após a morte, da libertação da matéria. A filosofia cristã é a prática do bem e da moralidade.  Seu mandamento: “Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Síntese de honestidade, respeito e caridade. Jesus de Nazaré foi perseguido, maltratado e condenado à morte na cruz porque contrariou os doutores da lei, que nele viram uma ameaça ao poder deles. Faz algum tempo, as propagandas evidenciam a luxúria, a promiscuidade e o materialismo. Faz algum tempo que as tradições da Semana Santa foram esquecidas e a Páscoa reduzida ao consumo de ovos de chocolate. Porém essa Páscoa cristã não será assim! Uma pandemia assola o planeta. A humanidade lembrou-se de Deus! Que nesse domingo, no isolamento dos lares, as famílias unam-se em preces apelando para misericórdia divina e comemorem a Páscoa cristã compartilhando o pão, simbolismo do corpo de Cristo. (foto  – Páscoa)


 
 DEZ DE ABRIL - DIA DA ARMA DE ENGENHARIA - EXÉRCITO BRASILEIRO - Guerra do Paraguai, 1864 a 1870. No meio do rio Paraná, em frente à fortaleza paraguaia de Itapiru, havia uma pequena ilha, sua posse era fundamental para que o Exército Imperial Brasileiro pudesse atacar aquele forte. No dia 6 de abril de 1866, o 1º Batalhão de Engenheiros comandado pelo Tenente Coronel Villagran Cabrita, o 7º Batalhão de Voluntários da Pátria, o 14º Provisório de Infantaria e os Voluntários das Províncias do Norte, desembarcaram na ilhota com a missão de a ocuparem e prepararem a defesa contra uma investida do inimigo.

 Na noite de 9 para 10 de abril o Exército Paraguaio atacou. Ao amanhecer do dia 10 de abril de 1866, após árduo e sangrento combate o Exército Imperial Brasileiro, vitorioso, manteve a pequena ilha. Após a vitória, quando o Tenente coronel Villagran Cabrita redigia a parte de combate, foi atingido por uma bala de canhão 68 mm que lhe ceifou a vida, interrompendo-lhe a brilhante carreira. Villagran Cabrita é o patrono da Arma de Engenharia. (foto 5 – distintivo da Engenharia) (foto   – Villagran Cabrita)

 


 
 CORONAVIRUS 2019 (Dr. Amaro Luiz Alves, Sanitarista, ex-Aluno da Escola Preparatória de Cadetes do Ar) - Sou sanitarista e também tive algumas incursões acadêmicas na teoria econômica. No Ministério da Saúde desde 1973, acompanhei nas equipes de planejamento, as epidemias de meningite de 1975 e todas que se seguiram. Este coronavírus de 2019 tem algumas peculiaridades que fogem da regra de tudo que a comunidade científica acumulou de conhecimento até hoje. Jamais qualquer doença exigiu confinamento, isolamento ou quarentena de tanta gente, já atingindo a casa dos bilhões de seres humanos. Nunca se fecharam tantas fronteiras entre países em tempo de paz. Paz? Há mais dúvidas do que certezas.

Para complicar, o panorama geopolítico atual gera mais desconfianças do que atitudes de cooperação entre países. Desconfia-se da China. Põe se em dúvida a autoridade da OMS e a imparcialidade de seus diretores. Hoje em dia, no Brasil, quando a doença ruma para agravar sua incidência, exacerba-se também a desavença política, o que pode dificultar (e muito) a construção de um clima de cooperação entre o governo federal e alguns estados, tão necessária em momentos de crise. A prática mundial tem sido recomendar o distanciamento social com a finalidade de atenuar o ritmo de contaminação de grandes contingentes de cidadãos, de modo a evitar o colapso dos serviços de saúde, enquanto se acumula conhecimento sobre esse vírus e se trabalha para a descoberta da vacina específica. Acontece que a redução compulsória da mobilidade humana gerou retração na atividade econômica com resultados assustadores em muitas empresas. Usando expressões populares, eu diria: "Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come". Se segurar a população em casa, a atividade econômica adoece. Se soltar o povo, a população adoece em massa. Qual a solução? A saída está na proteção das vidas humanas sem que isso represente risco grave para a Economia. Acredito que as autoridades sanitárias devem ser consultadas quanto ao ritmo e intensidade de liberação das pessoas para as ruas. O panorama epidemiológico de cada município, de cada estado é que definirá o que fazer e cada dia, a cada semana. Os gestores da Economia podem mostrar os riscos econômicos, mas cabe às autoridades sanitárias dosar a liberação das pessoas de seus locais de isolamento. Os meios são econômicos e os fins são sociais. O governo federal tem papel fundamental na coordenação, em âmbito nacional, oferecendo a cooperação técnica necessária para estados e municípios mais carentes. Como cidadão, tenho muito a lamentar que as desavenças políticas e as ambições de poder pessoal estejam desgastando energias que poderiam ser úteis ao esforço de controle dessa perigosa doença. Além do coronavírus, que ameaça nos matar a cada minuto, ainda temos que aturar os sobressaltos que nos chegam todos os dias pelos noticiários. Que Deus nos proteja! (foto – coronavirus)

“Para falar ao vento bastam palavras. Para falar ao coração, é preciso obras.”(Padre Antônio Vieira)



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