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  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 

ANIVERSARIANTES AMIRP – Dia 24 -  Jorge Bento dos Santos,  Doralice Maria Pellis Vegele; dia 25 – Bruno Rizzo Santos,  Alice Miranda de Toledo,  Haroldo Carlos Costa dos Santos,  Marco Aurélio de S. Coutinho; dia 26 -  Rogério Luiz Ribeiro; dia 27 - Ruy da Silva Ligeiro Junior,  Rosemeri da Silva Sutter; dia 28 -  Carla Maria Lima Henriques,  Alexander Ribeiro da Silva; dia 29 -  Leonor Maria Xavier Fernandes. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto 2 - aniversariantes amirp)



 
MÁRCIA BRAGA, CAPITÃO-DE-CORVETA DA MARINHA FERIDA EM MISSÃO DE PAZ DA ONU NO SAARA HOMENAGEADA EM NOVA YORK (Tecnologia e Defesa – Roberto Caiafa) - A capitã de corveta, da Marinha do Brasil, Márcia Andrade Braga foi a vencedora do Prêmio de Defensora Militar do Gênero das Nações Unidas. Ela serviu na Missão da ONU na República Centro-Africana em 2018. A homenagem reconhece a dedicação e os esforços individuais de um soldado de paz para “promover os princípios da Resolução de Segurança da ONU 1325 sobre mulheres, paz e segurança”. No ataque ocorrido em maio de 2018, além de Márcia Andrade Braga, também foi ferido o tenente-coronel Carlos Henrique Martins Rocha, que teve traumatismo craniano, por causa de um conflito de moradores de um bairro muçulmano de Bangui, capital da República Centro-Africana.

 Como conselheira militar de Gênero na Missão Militar, a capitã ajudou a criar uma rede de conselheiros de gênero e a capacitar pontos focais entre as unidades militares. Ela também promoveu o uso de equipes mistas de homens e mulheres para realizar patrulhas no país que “reuniram informações para ajudar a entender as necessidades exclusivas de proteção” de pessoas de todos os gêneros. Os beneficiários ajudaram a desenvolver projetos comunitários em prol de comunidades vulneráveis, que incluem a instalação de bombas de água perto de aldeias, a iluminação com energia solar e o desenvolvimento de hortas comunitárias. Um dos objetivos era que as mulheres não tivessem que percorrer grandes distâncias para cuidar das plantações. Segundo a ONU, Márcia Braga foi “uma força motriz por trás do envolvimento da liderança da missão com mulheres líderes locais, assegurando que a voz de mulheres centro-africanas seja ouvida no processo de paz em curso”. (foto  – Cap Corveta Márcia)

 
O DIA QUE DOIS CAÇAS F5 DA FAB POUSARAM NA ESTRADA (CONTATO RADAR, 12 de julho de 2020, Calebe Murilo) - O inusitado acontecimento se deu no dia 14 de agosto de 1980, quando duas aeronaves Northrop F-5 da Força Aérea Brasileira realizavam voo de instrução sob o sul do estado de Minas Gerais. Por falta de combustível, os caças foram obrigados a realizar o pouso em emergência na BR 265, que liga o sul de Minas Gerais ao nordeste de São Paulo.

 Na rodovia, um senhor andava com seu Fusca, quando de repente teve o teto do veiculo atingido pelo trem de pouso de um dos caças. As aeronaves de matricula FAB 4837 (que segue em operação até os dias de hoje) e FAB 4854 eram pilotadas pelos Tenentes-Aviadores Jose Carlos Gontijo e Francisco José da Silva, de acordo com um jornal impresso publicado na época. O voo deveria retomar para a Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, porém dada a situação de emergência, a única alternativa para os pilotos era pousar ali mesmo, na rodovia.  No dia seguinte uma equipe da FAB foi ao local para realizar manutenção e abastecer as aeronaves para leva-las de volta à Santa Cruz. O proprietário recusou, a reparação pela Força Aérea, pois se o carro fosse reparado ninguém acreditaria na história. (foto  – caça F5)

 

 

 CUR NON EGO?
(Por que não eu?) (Cel. Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos) - A Constituição Brasileira de 1988 não condiciona que o Ministro de Estado tenha formação técnica na área da respectiva pasta e para Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), embora exija notório saber jurídico, não condiciona que o indicado haja sido juiz.  No Congresso a oposição ao Governo Bolsonaro permanece no diapasão de não levar para votação projetos do governo, não aprovar aqueles que levados a plenário e deixar caducar medidas provisórias. A esse conflito adicione-se alguns fomentados pelo STF, culminando com a recente e infeliz declaração do Ministro Gilmar Mendes ao pichar de genocida o Exército Brasileiro, porque o Ministro da Saúde interino é um General.

 Esqueceu-se que o próprio STF retirou do Governo Federal a responsabilidade do combate à epidemia causada pelo corona vírus passando-a aos governos estaduais e municipais. Deu no que está dando: balburdias, indecisões e corrupções. De 1992 a 2018, tivemos vinte Ministros da Saúde, quatorze médicos e seis não, a saber: José Goldemberg (Físico), José Serra (Político), Barjas Negri (Economista), Agenor Álvares (Bioquímico), Ricardo Barros (Engenheiro) e Gilberto Occhi (Advogado), porém um único legado: um sistema de saúde em estado de penúria. A mídia registrando: falta de leitos, falta de ambulâncias, falta de médicos, falta de organização e... falta de vergonha! Às suas épocas, nenhuma declaração do Sr. Gilmar Mendes e tivemos as epidemias de dengue, chikungunya, zica, febre amarela. Elas mataram e incapacitaram milhares de brasileiros. O General Eduardo Pazzuelo formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em 1984, como oficial de Intendência. A Intendência é o braço responsável pela logística no Exército Brasileiro (EB). A logística envolve o planejamento do suprimento, a sua obtenção, o seu transporte, a sua distribuição; ela envolve também a saúde e a manutenção. O EB tem as suas unidades disseminadas pelos vinte e sete estados da República Federativa do Brasil. A sua logística cobre oito milhões e quinhentos mil quilômetros quadrados de superfície, com várias regiões climáticas, entrecortados por rios colossais e a imensa floresta amazônica. De jovem segundo tenente ao generalato, este alcançado por pouquíssimos, são mais de três décadas de muito trabalho, muito estudo e muito mérito, pois as promoções têm por aferimento a qualidade e a eficiência demonstrada perante aos superiores, pares e subordinados ao longo da carreira. O Gen. Pazzuelo reúne em si essas qualidades e mais uma: a confiança do Presidente da República pela sua experiência na administração superior dos hospitais de São Gabriel da Cachoeira, Tabatinga, Manaus e Porto Velho, todos na Amazônia, com atendimento em grande parte à população indígena. A permanência dele ou não no Ministério da Saúde é decisão do presidente. Pazzuelo é antes de tudo cidadão brasileiro e, como tal, pode assumir os mesmos cargos que os civis. Ali está para cumprir o seu dever! Então, por que o preconceito? Por que não ele? (foto  – Gen Pazzuelo)

"Não venci todas às vezes que lutei. Mas, perdi todas as vezes que deixei de lutar." (Mário Quintana)



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