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  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 

ANIVERSARIANTES AMIRP – Dia 4 -  Heloyza Coelho Amaro; dia 5 - Jair da Costa Xavier; dia 6 -  Edilene Pereira B. Carlos; dia 7 -  Josiane Vieira Perez Correa Netto; dia 8 -  Lucia de Oliveira Dias; dia 10 -  Edna Ventura de Moura; dia 13 -  Waldir de Paula, Angelides da Silva Ennes,  Simone Cherem Peixoto da Silva. A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto 2 - aniversariantes amirp)

 

 

BATALHÃO D. PEDRO II TEM NOVO COMANDANTE - O Coronel Allan Salazar, no dia seis de janeiro, passou o comando do 32º Batalhão de Infantaria Leve para o Tenente Coronel Eduardo Teixeira Costa Mattos. No dia cinco de janeiro, em almoço no Quartel do 32ºBIL, o Cel. Costa Mattos foi apresentado aos veteranos coronéis residentes em Petrópolis, a saber: Rocha Santos, Bordeira, Altino, Uilton, Cerqueira, Marcos e Vilhena, que externaram ao novo comandante os cumprimentos de boas vindas desejando sucesso no transcurso de seu comando e. na mesma ocasião, ao Coronel Allan, fizeram suas despedidas e o parabenizaram pela missão cumprida.

O Cel. Costa Mattos formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 27 de novembro de 1999, possuidor de vários cursos militares destacando-se a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e a Escola de Comando e Estado Maior. Bem vindo Cel. Costa Mattos à imperial cidade de Petrópolis que o recebe com um acolhedor abraço e lhe deseja felicidade e sucesso no comando do 32º BIL, Batalhão D. Pedro II, “O Nosso Batalhão”.  (foto 3 – Cel Costa Mattos)

 

 


 LANÇAMENTO DO SUBMARINO “HUMAITÁ”
(Agência Brasil, Karine Melo, 11 de dezembro de 2020)  - O presidente da República, Jair Bolsonaro, participou no dia 11 de dezembro do batismo e do lançamento ao mar do submarino Humaitá (S-41) e a união das seções do submarino “Toneleros” (S-42), em cerimônia que marcou as comemorações do dia “Treze de Dezembro, Dia do Marinheiro”. “A reconhecida excelência do que aqui foi mostrado traz a convicção do êxito dessa empreitada e revela a capacidade do nosso país em projetar, construir e lançar submarinos de última geração, por meio de um programa abrangente e audacioso que gera milhares de empregos e enaltece nossa economia”, observou o presidente na solenidade, que correu no complexo naval de Itaguaí, RJ.

 O “Humaitá” é o segundo da classe, fruto da cooperação tecnológica com a França, que já lançou ao mar o submarino Riachuelo, que está em fase de testes finais, com previsão de ser entregue para operação à Marinha em 2021, quando estará armado e pronto para cumprir suas missões. No total, estão planejados quatro submarinos do tipo convencional, diesel-elétricos.  O “Toneleros”, terceiro da série, tem previsão de lançamento em dezembro de 2021, seguido pelo último convencional, o “Angostura”, planejado para ser lançado em dezembro de 2022. O valor total estimado pela Marinha para os quatro submarinos convencionais é de cem milhões de euros, o equivalente a cerca seiscentos e trinta milhões de reais, em câmbio atual. Os submarinos convencionais têm uma capacidade operativa de até 80 dias no mar, podendo ficar submersos por até cinco dias, sem necessidade de vir à tona para influxo de ar aos motores a diesel, o que garante um grande raio de ação, podendo ir, por exemplo, do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul. (foto 4 – Marinha do Brasil) (foto 5 – Submarino Humaitá)

  



 GOVERNO BOLSONARO 2020
(Cel. Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos) – Segundo a pesquisa de opinião do IBOPE, realizada em 16 de dezembro de 2020, o governo Bolsonaro teve o seguinte resultado:  ótimo/bom: 35%; regular: 30% - ruim/péssimo: 33% - não sabe/não respondeu: 2%. A meu ver, tal resultado reflete uma estabilidade no efetivo de apoiadores e opositores de Jair Bolsonaro, tomando-se por base o resultado da eleição de 2018, quando ele obteve 55,13% dos votos válidos enquanto seu opositor obteve 44,87%. A pesquisa, de dezembro de 2020, informa que 63% dos entrevistados estão de acordo com os rumos do governo, em maior ou menor grau, enquanto 33% estão contra. Números melhores do que aqueles de 2018.

O que isso nos diz? Diz, por exemplo, que as medidas executadas pelo governo federal para combater a crise da pandemia foram adequadas e que a população discordou da decisão do STF de retirar do presidente e delegar para governadores e prefeitos a responsabilidade nos estados e municípios. Deu no que deu e continua a dar: compraram-se respiradores, montaram-se hospitais de campanha, contrataram profissionais de saúde. Depois, sumiram os respiradores, desmontaram os hospitais e demitiram os profissionais de saúde. Abre comércio, fecha comércio e assim por diante. Sem unidade de doutrina. Apesar das mazelas estaduais e municipais, o governo federal proveu recursos para Estados e Municípios e para mais de 80 milhões de brasileiros. A economia do país foi a primeira a se recuperar da queda brutal decorrente do isolamento social. No Nordeste, Bolsonaro está  levando água, melhorando a rede social de atendimento público para as escolas e Bolsa Família. O Ministério da Infraestrutura, sob o Ministro Tarcísio, está atuando simultaneamente em ferrovias, portos, hidrovias e rodovias como jamais foi feito. Malgrado as críticas mundiais plantadas pela esquerda, a Amazônia nunca mereceu tanta atenção de um governo. O vice presidente Hamilton Mourão, à frente do Conselho Nacional da Amazônia, combate o desmatamento, as queimadas, o garimpo ilegal, dentre outras importantes missões naquela região. Na economia, Paulo Guedes, tendo conseguido a tão difícil Reforma da Previdência, baixou os juros aos níveis mais baixos e manteve a inflação sob controle. A agricultura bate recordes a cada safra. O inclemente e incessante bombardeio de alguns órgãos da grande mídia, que tiveram seus interesses contrariados, não conseguiu alterar os números estabelecidos por ocasião da eleição em 2018, ou seja, 55% a favor de Bolsonaro e 45% contra. As turbulências advindas tanto do Congresso quanto do STF, com o fito de macular a figura do presidente e malbaratar a ação governamental, reduziu sua velocidade de atuação, porém não a estagnou. Sendo uma pessoa sem papas na língua quanto à opinião e vocabulário, inúmeras vezes foi vítima de suas palavras que, inoportunamente proferidas, talvez tenham levado parcela de seus apoiadores a classificar o governo como regular, porém  não deixaram de apoiá-lo. Vamos em frente! Brasil Acima de Tudo! (foto 6 – Pres. Bolsonaro)

 

“Quem faz pode cometer falhas, mas a maior de todas as falhas é não fazer nada.” (Benjamin Franklin)



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