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Diário Automóveis
COLUNA

 

Novo Duster

Um design robusto e moderno Prepare-se para deixar de levar pelo design dinâmico do novo DUSTER, com seu novo front end, barras de tejadilho e linhas expressivas, modernas e robustas. Um interior trabalhado Para o seu bem-estar no painel, o novo interior DUSTER está reinventando com novos assentos ajustáveis ??e um novo painel ergonômico e console central.

 

Fonte – Portal - br 4x4 offroad 4x4 todo-o-terreno 

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Carros autônomos deverão estar no mercado até 2025, diz pesquisador

Trabalho é feito em parceria entre universidade e indústria

Mariana Tokarnia - Agência Brasil*  Londres

 


 Até 2025, veículos capazes de ir de um ponto a outro sem serem conduzidos por motoristas deverão estar disponíveis no mercado, o que deverá marcar o início das mudanças nos meios de transporte e na organização das cidades. No Reino Unido, Kevin Vincent (FOTO) é um dos nomes por trás das pesquisas que possibilitarão o funcionamento desses carros. Ele é o diretor do Centro de Pesquisa de Automóveis Autônomos e Conectados, da Universidade de Coventry. 

No campus da universidade, ele conversou com a Agência Brasil sobre a relação entre academia e indústria e sobre as habilidades que esse tipo de parceria desenvolve nos pesquisadores. A Universidade de Coventry, tradicionalmente, tem forte atuação na indústria. É parceira de companhias como Siemens, Toyota, Ford e até mesmo da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer). Na universidade, por exemplo, foi desenvolvida a bicicleta como conhecemos hoje. O projeto dos veículos é desenvolvido em parceria com a Horiba Mira, entre outras empresas.

“Os pesquisadores rapidamente desenvolvem um foco comercial, um foco nos negócios. Ao mesmo tempo, mantemos o rigor científico. Estamos criando um pesquisador acadêmico, que está confortável em operar nos negócios”, diz. De acordo com dados apresentados pela universidade, 97% dos estudantes, estão empregados seis meses após deixar a instituição. 

Ele conta também que trabalhar com inovação requer um planejamento futuro, uma visão de 20, 30 anos à frente e, o mais difícil, é entender melhor o mercado, ou seja, as pessoas que irão consumir essas tecnologias. “Temos que desenvolver sistemas que considerem não apenas o veículo, mas os processos que farão as pessoas, no futuro, adotar a nova tecnologia”.

Veja abaixo os principais trechos da entrevista: 

Agência Brasil: A Universidade de Coventry tem fortes parcerias com a indústria. Como funcionam essas parcerias? Geralmente, as empresas levam demandas para a academia? A universidade tem também liberdade para propor determinados produtos?  

Kevin Vincent: Historicamente somos uma universidade que olha para os negócios. A nossa pesquisa é muito aplicada e muito próxima do mercado. Isso nos possibilita trabalhar com troca de conhecimento com a indústria de forma muito próxima. Para determinados problemas, nós introduzimos conhecimentos que são novos para determinada indústria, mas que não necessariamente são novos conhecimentos, inovações.

Nos últimos cinco anos, mudamos um pouco a nossa estratégia, para focar um pouco mais na pesquisa fundamental [pesquisa voltada para a melhoria de teorias científicas]. Nosso financiamento é baseados em recursos de fundos europeus e do Reino Unido, nacionais e internacionais, além de muita colaboração com a indústria. O que estamos tentando fazer agora é ampliar as pesquisas.  

Parte da razão disso é que podemos começar a introduzir novas tecnologias nas companhias. A pesquisa fundamental é menos explorável [comercialmente] imediatamente. Por exemplo,no caso dos PhDs [doutorados] que estamos fazendo com a Mira [Horiba Mira], a empresa tem os direitos de exploração para criar impacto com os PhDs. Uma vez que eles são finalizados, determinado o que deve ser protegido ou não, ela incorpora nos negócios e nos diz o impacto que isso tem. Nós reportamos esse resultado para o governo. 

Há um ciclo de monitoramento do governo a cada seis anos. Os projetos bem-sucedidos recebem mais financiamento do governo e a indústria ganha mais confiança no trabalho da universidade. Nossa flexibilidade, nossa capacidade de agir rápido e nossa adaptabilidade é valorizada. Isso não é característico da universidade, que é conhecida por se mover devagar. Estamos tentando trabalhar com a indústria rápidamente, na velocidade que ela acha necessária para os negócios. 

Agência Brasil: Que tipo de habilidade é esperada de estudantes e pesquisadores que trabalham em projetos como este? 

Kevin Vincent: Os trabalhadores têm que se inserir na empresa. São pesquisadores que passam muito tempo com a indústria. Eles recebem um escritório para trabalhar na empresa e nós fazemos questão que tenham também um supervisor que seja da equipe da empresa. Os pesquisadores aprendem o que é uma indústria e isso afeta o comportamento deles. Eles rapidamente desenvolvem um foco comercial, nos negócios. Ao mesmo tempo, mantemos o rigor científico. Estamos criando um pesquisador acadêmico, que está confortável em operar nos negócios. 

Agência Brasil: O projeto de carros autônomos é de longo prazo. Como articular os interesses da indústria e da academia nesse período? Que instrumentos vocês têm para isso? 

Kevin Vincent: Nós temos espécies de grupos de trabalho que criam estratégias para uma visão de futuro [na universidade]. Uma visão total. A empresa tem também um setor que determina o que ela deve estar fazendo nos próximos 10, 20, 30 anos, que tecnologias vão desaparecer e quais serão importantes para os negócios. Se nós divergimos, ok, não levamos adiante. Se há convergência, criamos um projeto de pesquisa para esse tópico. Estamos caminhando com a indústria, levamos a nossa visão e colaboramos com a visão deles para o que o futuro está aguardando. 

Agência Brasil: Que desafios esse trabalhar para o futuro traz? 

Kevin Vincent: Precisamos entender melhor a experiência do usuário. Porque todo o esforço do momento vai para o desenvolvimento de uma tecnologia, mas o mercado é menos compreendido. Temos que desenvolver sistemas que considerem não apenas o veículo, mas os processos que farão as pessoas, no futuro, adotar a nova tecnologia. 

Agência Brasil: Quando esse tipo de veículo autônomo estará disponível para a população em geral? 

Kevin Vincent: Estamos trabalhando com a meta de termos os primeiros veículos disponíveis em 2025 e, os mais avançados, em 2030. Em 2025 esperamos ter um cenário em que o carro possa levar passageiros de um ponto a outro, em uma trajetória pré-determinada, sem interação com o motorista. Isso é tecnicamente possível inclusive agora, mas precisamos ter certeza de que a infraestrutura é adequada e que podemos repetir o trajeto várias vezes de forma segura. Para ir além de um ponto A a um ponto B, isso será após 2030. 

 

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Volkswagen Polo GTS chega às concessionárias com preço de Golf: R$ 99.470

Compacto traz motor 1.4 turbo, com 150cv de potência e 25,5kgfm de torque, e acelera até os 100km/h em 8,4 segundos. Velocidade máxima é de 207km/h

Portal Vrum - Pedro Cerqueira

 

 Modelo tem faróis de LED, novo para-choque dianteiro, rodas diamantadas de 17 polegadas e capas dos retrovisores em preto brilhante(foto: Volkswagen/Divulgação)


A Volkswagen finalmente lançou o Polo GTS, versão nervosinha do hatchback compacto, que chega ao mercado a partir de R$ 99.470, preço de Golf (pelo menos para as finanças da marca alemã, o médio, tirado de linha para a fabricação do SUV T-Cross, não fará muita falta). Para pegar o consumidor pela emoção, a marca evoca um apelo nostálgico ao lançamento, usando frases como "foram 26 anos desde que a lendária sigla de três letras deixou o portfólio da Volkswagen no Brasil", em alusão ao Gol GTS. E em breve será a vez do sedã Virtus ganhar a mesma versão.

Assim como o Golf, o Polo GTS traz sob o capô o motor 1.4 turbo flex (250 TSI), com 150cv de potência e 25,5kgfm de torque, e câmbio automático de seis marchas com acerto mais afiado, que explora melhor as rotações. Trocas manuais podem ser realizadas por aletas. Com esse conjunto, o compacto acelera até os 100km/h em 8,4 segundos e atinge a velocidade máxima de 207km/h. Aceleramos o veículo durante uma prévia à imprensa, quando foi possível constatar a diferença significativa em relação ao motor 1.0 turbo, com respostas rápidas.

 Na traseira, lanternas de LED trazem assinatura noturna diferenciada e dupla saída de escapamento(foto: Volkswagen/Divulgação)


De acordo com a Volkswagen, foram feitos ajustes nas suspensões, como a adoção de um eixo mais rígido na traseira e amortecedores recalibrados. Os freios, com disco nas quatro rodas, foram dimensionados ao apetite do Polo GTS. A direção ficou mais direta em alta velocidade. Conforme a intenção do motorista, é possível adaptar a resposta do veículo de acordo com os modos de condução Eco, Normal, Sport e Individual.

 Quadro de instrumentos digital é de série na versão(foto: Volkswagen/Divulgação)


O Polo GTS traz como detalhes exclusivos faróis full LED ligados por um filete vermelho, grade do radiador em formato de colmeia com a logomarca GTS, novo para-choque dianteiro, rodas diamantadas de 17 polegadas, capas dos retrovisores em preto brilhante, defletor na tampa do porta-malas também pintado em preto brilhante, seção inferior do para-choque traseiro exclusiva, lanternas de LED com assinatura noturna diferenciada e dupla saída de escapamento.


Bancos têm formato esportivo e apoio de cabeça

integrado(foto: Volkswagen/Divulgação)

Por dentro, destaque para o quadro de instrumentos digital, integrado à tela de 8 polegadas do sistema multimídia. O volante tem acabamento de couro, costuras vermelhas e a sigla GTS na base. Como já é comum nas versões esportivas, o interior é todo escurecido: teto, bancos e laterais de porta. Mas há detalhes na cor vermelha nas molduras das saídas de ar, base da alavanca de câmbio e tapetes. Os bancos são revestidos em couro e tecido, com linhas horizontais que fazem referência aos modelos da década de 1980. Eles têm formato esportivo, oferecendo mais apoio, com os apoios de cabeça integrados como nos carros de competição.

 Grade do radiador tem visual de colmeia e a sigla GTS(foto: Volkswagen/Divulgação)


O pacote de equipamentos reúne controles de tração e estabilidade, bloqueio eletrônico do diferencial, sistema de frenagem automática pós-colisão, detector de fadiga, retrovisor interno eletrocrômico, sensores de chuva e crepuscular, controlador automático de velocidade, chave presencial, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré e sistema multimídia com navegação.


 

 

 



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