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Voluntários dão exemplo de solidariedade


 Os pontos de apoio são uma das ferramentas mais importantes para evitar perdas de vidas relacionadas às chuvas no município. Mas para que o sistema funcione, são necessários voluntários que se coloquem à disposição para abrirem os locais nos momentos mais críticos. Em Petrópolis, são 45 pessoas que emprestam seu tempo em um ato de amor, compaixão e de solidariedade, contribuindo com a segurança de cada morador do bairro onde vivem. Todos foram capacitados e mantém contato direto com os agentes da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias, que possui 15 abrigos temporários nas comunidades contam com as sirenes do Sistema de Alerta e Alarme.

Casada há 26 anos e mãe de dois filhos, a dona de casa e zeladora na E. M. Theodoro Machado no Vale do Cuiabá, Cristina Rosário de Oliveira, é um exemplo de voluntária que busca o desenvolvimento da localidade em que vive. Coordenadora do Núcleo Comunitário de Defesa Civil (Nudec) da região, ela consegue contribuir de alguma forma com seu bairro em meio ao seu dia a dia.

“Tenho minha família, cuido de casa, faço de tudo um pouquinho na escola, mas nem por isso deixo de aprender e lutar pela comunidade. Mantenho contato permanente com a Defesa Civil, já que se for necessário, vou abrir o ponto de apoio daqui”, disse Cristina, que acorda todos os dias cedo para ir para a escola, volta para a casa para cuidar da família e se reúne semanalmente com os outros participantes do Nudec.

O trabalho de abertura dos pontos de apoio conta também com o apoio de grupos de Bombeiros Civis, que também são acionados caso seja necessário. Os locais são disponibilizados para os moradores no momento em que as sirenes do Sistema de Alerta e Alarme tocam. O acionamento dos equipamentos é feito pela diretoria técnica da Defesa Civil, que conta com profissionais que acompanham o acumulado de chuva no solo.

"Desde o início da nossa gestão, as ações e o investimento tem como foco a redução do risco de desastres. É fundamental que os pontos de apoio estejam abertos para atender a população no momento em que a sirene é acionada pela Defesa Civil. Realizamos diversos treinamentos e contamos com o apoio de órgãos de resposta e atendimento dentro do nosso Plano Verão municipal", destaca o prefeito Bernardo Rossi.

Os agentes acompanham o acumulado de água no solo em seis períodos: 15 minutos, uma hora, quatro, 24, 96 horas e 30 dias. Para as sirenes serem acionadas, os índices de chuva precisam atingir níveis críticos. O sistema de alerta usa três sinais sonoros. O primeiro é uma mensagem preventiva. Com a chuva forte, o segundo sinal é de mobilização para que os moradores procurem locais seguros. Quando a chuva melhora e não há mais risco para os moradores, soa a terceira sirene para desmobilização.

"Caso a sirene seja acionada, os moradores devem seguir para o ponto de apoio do bairro. São 15 cadastrados pela prefeitura. Cada local de abrigo oferecido conta com três pessoas voluntárias que podem fazer a acionamento caso seja necessário. Caso a necessidade seja extrema, a população também pode procurar por uma escola ou Igreja", explica o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, coronel Paulo Renato Vaz.

Em Petrópolis, são 20 conjuntos de sirenes: Gentio, Vale do Cuiabá, 24 de Maio, Alto da Serra, Bingen, Dr. Thouzet, Independência, Quitandinha, São Sebastião, Sargento Boening, Siméria e Vila Felipe.

 

 



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